Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Arquivo do mês de dezembro de 2007

Busque saúde na culinária das arábias

Quem vê as redes de fast-food vendendo kibes fritos e esfihas cheias de queijo não consegue acreditar que a culinária árabe pode ser uma fonte de alimentação saudável. Porém, como todo tipo de cozinha, se você escolher os ingredientes certos e prepará-los da maneira correta, é possível conseguir refeições nutritivas e saborosas sem agredir o organismo.

Dependendo dos ingredientes, uma mesma quantidade de um prato árabe pode ser muito mais calórico que outro. Cem gramas de homus, por exemplo, possuem mais de 300 kcal, contra apenas 66 kcal da mesma quantidade de charutinho de repolho.

A variedade de pratos da chamada culinária árabe é muito grande, já que ela abrange diversos povos e culturas que foram todos englobados em um grupo chamado “árabes”.

Para conseguir refeições saudáveis, lembre-se de usar os tradicionais ingredientes árabes – como cravo-da-índia, canela, mech e lentilhas – de uma forma que combine sempre uma porção de proteínas com uma de carboidratos.

As proteínas podem ser obtidas, por exemplo, da carne do kibe cru. Um prato interessante também é o Chawarma, composto por filezinhos de carne com tahine, tomates, cebola e especiarias. Nesse caso, além das proteínas você vai estar consumindo uma porção de verduras, que contém antioxidantes importantes para o funcionamento do organismo.

Já o mjadra, aquele arroz com lentilhas típico dos árabes – é uma boa fonte de carboidratos, assim como a massa das esfihas. Por fim, procure fugir dos quitutes fritos, pois eles não fazem bem a saúde e aumentam o colesterol ruim.


Pod se sentir bem – Intestino preguiçoso (programa 23)

Ouça como a reeducação alimentar pode ajudar acabar com esse mal.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Para ouvir as outras edições acesse podcast no menu acima.


Alimentos grelhados são fonte de saúde

Você já parou para prestar atenção que mesmo o mais saudável dos alimentos pode se tornar um perigo à saúde dependendo da sua forma de preparo? Um dos exemplos mais fáceis para se visualizar isso é o caso da batata.

A batata é um tubérculo consumido pela humanidade desde o tempo dos Incas e é uma excelente fonte de carboidratos. Uma batata assada compõe uma porção perfeita de carboidratos para uma refeição. Mas o que costumamos fazer? Mergulhamos as batatas em óleo para fazer a famosa batata frita. Adeus saúde.

Para não transformar alimentos saudáveis em refeições prejudiciais à saúde, atente ao modo de preparo. A melhor maneira de preparar alimentos saudáveis é fazendo uso da boa e velha grelha.

Os alimentos grelhados são excelentes para a saúde, substituindo com larga vantagem as frituras. Isso porque as frituras agregam à comida um valor calórico extra, já que incorpora sua gordura à dos alimentos.

Os grelhados também evitam a perda de nutrientes. Em outras palavras, você não vai estar apenas matando a fome, vai estar também nutrindo seu corpo para que ele fique mais forte e saudável. Nas frituras, o uso de gordura animal contribui para a elevação dos níveis de LDL, o colesterol ruim para a saúde.

Lembre-se que os grelhados geralmente são as porções de proteína: peixe, carne, frango ou outro tipo de carne. Uma refeição para ser completa precisa ainda de uma porção de carboidratos (massas, arroz, batata, frutas) e, pelo menos duas vezes ao dia, de uma porção de verduras e legumes. Combinando os alimentos certos e preparando-os da forma mais saudável, não há como errar a mão.


Álcool e atividade física não combinam

O álcool está longe de ser algo saudável. Por ser uma droga, ele possui efeitos bastante danosos ao nosso organismo. Todo sabemos os problemas que a bebida em excesso pode trazer tanto para o nosso corpo quanto para nossa vida pessoal.

Claro que beber em poucas quantidades e com bons intervalos de tempo não vai destruir a saúde de ninguém. Porém, no Brasil, acontece uma prática muito perigosa: a mistura de bebida com atividade física.

A cena é muito comum nas famosas “peladas”, que reúnem amigos para jogar futebol. Ao fim da partida, o papo rola solto e a cerveja acaba entrando na jogada.

Ora, quando terminamos uma atividade física, nosso corpo acaba de eliminar bastante água. O que precisamos é ingerir alimentos que venham a nutrir e hidratar o nosso organismo.

O álcool é diurético, ou seja, acelera o processo de desidratação porque estimula os rins a eliminarem mais água. Além disso, após os exercícios o corpo precisa de alimentos com bom índice glicêmico e o álcool com certeza não é um deles.

Para se sentir bem com seu corpo, você pode consumir a cervejinha ou outra bebida num sábado à noite e fazer o exercício durante a semana. Assim não tem que cortar nenhum prazer e não agride tanto o seu próprio organismo.


Eliminando a acidez para se sentir bem

Muita gente se questiona: como posso me sentir bem se sinto que estou “queimando” por dentro? A pergunta faz sentido. Por mais força de vontade e pensamento positivo que tenhamos, é difícil manter-se alegre e em alto astral para quem sofre de constantes queimações no estômago.

As pessoas acreditam que esse é um mal genético e que estão fadadas a carregá-lo por toda a vida. A acidez, no entanto, é na verdade mais fruto de uma má alimentação do que qualquer outra coisa. Mesmo quem tem a predisposição genética em sofrer com esse incômodo pode aliviá-lo se passar a ingerir os alimentos corretos.

E não estamos falando aqui da crença de que um copo de leite ajuda a combater a acidez. O que sugerimos é uma reeducação alimentar para tratar a causa do problema e não combater os efeitos, como faz o famoso copo de leite.

A acidez gástrica vem da má escolha dos alimentos, do excesso de comida em uma única refeição e de não mastigar corretamente. Outros dois fatores também são responsáveis pela queimação: passar muito tempo sem comer e ingerir alimentos que irritam a mucosa do estômago.

Que tal passar a se sentir bem livrando-se de uma vez por todas da acidez no estômgado? Você já parou para pensar em como seria essa experiência? O que você estaria disposto a fazer para conseguir isso?

Por sorte, não é necessário nenhum esforço de outro mundo. O primeiro passo é eliminar ou reduzir muito alimentos ácidos como café, refrigerantes, bebidas alcoólicas comidas condimentadas e frituras.

Procure também ingerir frutas que ajudam a diminuir a azia, como melancia, banana, melão, pêra e maçã. Só tenha cuidado para não comer frutas ácidas como abacaxi e maracujá.

Por fim, faça o que já falamos aqui no blog diversas outras vezes: alimente-se em pequenas quantidades e várias vezes ao dia. O ideal são seis refeições com intervalos de duas a três horas entre cada uma delas. Fazendo isso, não tem erro para você se sentir bem, por dentro e por fora.


Pod se sentir bem – Tatuagens

Caso necessite apagar alguma marca de momentos vividos, já há uma solução.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Para ouvir as outras edições acesse podcast no menu acima.


É possível comer bem no self-service

Almoçar rapidamente em restaurantes do tipo self-service é um reflexo de como a sociedade capitalista privilegia o trabalho e a otimização do tempo em detrimento de uma vida saudável.

Ir ao restaurante, misturar um monte de comidas diferentes no prato, pesar na balança e comer e voltar ao trabalho em menos de uma hora é uma rotina que, repetidas todos os dias, pode trazer grandes prejuízos para a saúde.

Infelizmente, a maioria das pessoas não tem tempo nem dinheiro (ou tickets) para fugir dos self-services. O único jeito de conciliar essa comida rápida e pronta com uma alimentação saudável é sabendo escolher os opções certas.

Quando dizemos opções, não estamos nos referindo apenas aos pratos, mas ao restaurante em si. Procure algum que tenha um local arejado, de preferência longe de alguma avenida movimentada na hora do almoço.

Escolhendo o melhor local, é chegada a hora de selecionar as melhores opções. O primeiro passo é a salada. Quem come em self sabe que as folhas geralmente não são a especialidade da casa, ainda mais com o passar do tempo. Por isso, é recomendável chegar cedo ao restaurante e ir primeiro aos vegetais. Além dos tradicionais cebola, alface, tomate e cenoura, procure escolher vegetais escuros como o brocólis e o espinafre.

O segundo passo é escolher uma porção de carboidratos. Arroz, macarrão e outros tipos de massas, batata e feijão são algumas opções quase sempre presentes. Tente fugir das massas que tenham molhos muito gordurosos, como o molho de queijo.

Por fim, é chegada a hora de escolher a porção de proteínas. Carne, peixe, frango, peru, camarão são algumas fontes de proteínas. O maior perigo dos self-services está nesse momento.

As carnes geralmente são carnes gordas, com molhos também gordurosos e em grandes quantidades. Sempre que puder, tente escolher carne assada, frango ou peito de peru grelhado ou outras formas de preparo que não levem tanta gordura.

É necessário ter atenção pois, como somos o que comemos, devemos considerar as possiveis conseqüências de uma alimentação inadequada.

Uma dica: como geralmente as pessoas sempre vão no mesmo self-service durante é semana, é possível começar a conversar com os funcionários para sugerir opções de pratos. Sugira pratos saudáveis e cobre os resultados. Assim você proporciona uma melhor qualidade de vida para você e para todos que freqüentam o local.


Os cuidados com o consumo do leite

O leite é um alimento essencial para todos os mamíferos no início de suas vidas. O detalhe é que, entre os mamíferos, somente os humanos continuam a beber leite depois que deixam de ser “filhotes”.

O leite é um alimento rico em proteínas e cálcio. Beber leite regularmente pode ajudar a fortalecer os ossos, por exemplo. Só que há alguns cuidados que é preciso ter ao tomar leite.

O nosso organismo foi inicialmente projetado para digerir o leite somente nos primeiros anos de vida. Com o tempo, como o homem conitnuou a tomar a bebida, nós evoluímos e passamos a ter a capacidade de digerir bem o leite.

Acontece que nem todos têm essa capacidade desenvolvida. Milhões de pessoas sofrem de uma deficiência chamada intolerância a lactose, também conhecida popularmente como alergia ao leite.

O leite é formado por água, uma proteína principal, a caseína, uma gordura específica, a butirina e um açúcar também específico, a lactose. Quem sofre de intolerância a lactose não consegue digerir esse açúcar do leite.

A intolerância pode ser baixa, causando apenas estufamento e desconforto em quem bebe leite, mas pode ser também alta, causando gases e disenteria. Muita gente sofre de algum grau de intolerância a lactose e nem desconfia que o desconforto estomacal que sente é causado pelo consumo de leite ou derivados, como queijo ou manteiga.

Nos Estados Unidos, um a cada cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor que 25%, mas na população de origem asiática o problema alcança 90%! Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos.

Se você não se sente bem com algo que come e sente a sensação de estufamento, procure um laboratório para fazer um exame de intolerância a lactose. Trata-se de uma série de exames de sangue que identificam se o corpo reage ou não a uma ingestão da substância. Sabendo disso, você poderá cuidar melhor de sua alimentação e se sentir bem com o que come.


A farra da comida italiana também pode ser saudável

Quando pensamos em comida italiana, logo nos vem à mente pratos com muita massa e molhos gordurosos, principalmente com muito queijo. Embora tal combinação seja absolutamente deliciosa (por isso faz tanto sucesso ao redor do mundo), ela não é das mais saudáveis para o organismo.

Será que há alguma maneira de aproveitar as delícias da culinária italiana e ainda assim conseguir uma refeição saudável? A escolha pelos ingredientes certos é que pode levar a uma resposta positiva.

Diferente do que muita gente pensa, o que mais engorda nos pratos da cozinha italiana não são as massas em si, mas os molhos. O espaguete puro é uma excelente fonte de carboidratos complexos com pouca gordura, sendo útil e necessário para fornecer energia ao organismo.

Os problemas começam quando este mesmo espaguete é coberto com molhos repletos de queijos e outros ingredientes gordurosos. Junte-se a isso o hábito de comer em fartura e está feito o problema.

O segredo para aproveitar a cozinha italiana sem sacrificar a saúde é trabalhar o uso de ingredientes mais leves para acompanhar as pastas. Por exemplo, os tradicionais quatro queijos (mussarela, prato, provolone e parmesão) podem ser substituídos por mussarela de búfala ou mesmo um molho de tomate extraído do próprio tomate (e não os que vêm em caixinhas, muito condimentados e com muitos conservantes).

É preciso observar também que somente a massa não constitui uma refeição completa. O ideal é acompanhá-la por uma porção de proteínas. Aqui podem-se aproveitar peixes, frutos do mar e cortes especiais de carnes, como ossobuco e escalope.

Para finalizar, não devemos esquecer dos vegetais. O alecrim, o estragão, a salsa, a sálvia, o tomilho, o manjericão e as folhas de louro são ingredientes da cozinha italiana que ajudam a temperar o prato.

Ah, e não vale esquecer de moderar na quantidade de comida! Essa é uma tradição italiana que você pode quebrar sem culpa: coma menos quantidade de cada vez para ter um organismo sempre em dia.


Cabelos molhados: charme ou risco?

Sair com os cabelos molhados logo cedo ou mesmo à noite é um hábito carregado por várias mulheres no Brasil. Muitas consideram até um charme apresentar um visual recém-saído do banho, com um certo ar de sensualidade. Mas será que essa atitude faz bem?

Há dois pontos a serem considerados: a saúde do cabelo e a própria saúde da mulher. Comecemos pelo cuidado com os cabelos. Quando os fios estão molhados, eles atuam como uma espécie de esponja.

Com as cidades cada vez mais poluídas, sair com o cabelo molhado é colocar seus fios para absorver as impurezas advindas da poluição, como poeira e fumaça. O cabelo tende a ficar mais pesado e mais sujo, sendo necessário uma limpeza constante.

O ideal mesmo é, ao sair do banho, secar o máximo possível as madeixas. A secagem pode ser feita com toalhas secas, com ar quente ou mesmo com ar em temperatura normal. O importante é secar ao máximo e depois, finalizar selando os fios com cremes especiais.

Quanto à nossa saúde, aprendemos desde pequeno que não é bom sair com a cabeça molhada, especialmente no inverno. Embora isso seja relativo, dependendo muito da saúde geral da pessoa, é bom evitar ao máximo as chances de alguma doença se instalar, mesmo que seja um simples resfriado.

Para quem continua achando que os cabelos molhados são charmosos e sensuais, fica a dica de usá-los então em ambientes fechados, a dois, e não na rua, cheia de poluição ao redor.


Opte pela comida japonesa e conquiste a saúde dos orientais

O povo japonês é um dos que tem uma maior expectativa de vida do mundo. Tal longevidade deve-se não apenas ao índice de desenvolvimento do país, mas também à preocupação que os japoneses possuem com a alimentação e o equilíbrio do corpo e da mente.

Você já percebeu como é difícil encontrar um(a) japonês(a) gordo(a), com exceção dos lutadores de sumô? A alimentação no Japão é bastante balanceada. Então, se você quer conquistar a saúde de um japonês, que tal passar a se alimentar como um deles?

A tradição japonesa ensina a consumir proteínas, fibras e carboidratos logo no café da manhã, com a ingestão de arroz, verduras e missoshiru (sopa de missô). As refeições são leves, nutritivas e de fácil digestão. Além disso, os japoneses seguem a risca um conselho que já demos aqui no blog: comer devagar, mastigando muito e saboreando bem os alimentos.

Os ingredientes que você deve ter em casa para seguir a culinária japonesa são principalmente arroz, algas, legumes, verduras, soja, frutos do mar e muito peixe. O preparo não é dos mais simples, porém também faz parte da conhecida paciência nipônica.

Ao entrar no mundo da cozinha japonesa, você vai conhecer ingredientes como moyashi, konbu, wasabi, misso shiro e shiitake. Não se assuste com os nomes, afinal são espécies de feijão, algas, sopa de soja e cogumelos, à moda japonesa.

Os resultados obtidos com esses ingredientes são pratos com muitos vegetais e alimentos naturais. O peixe e a soja trazem as proteínas, enquanto acompanhamentos como o arroz garantem a porção necessária de carboidratos. Por fim, as verduras e legumes atuam com seus antioxidantes.

Nutrindo seu corpo dessa maneira, você vai conquistar um organismo limpo, um corpo esbelto e muito menos doenças pelo caminho da vida.


Pod se sentir bem – Gordura localizada

Conheça como você pode se livrar disso.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Para ouvir as outras edições acesse podcast no menu acima.