A revista Veja dessa semana traz em sua capa um assunto que interessa muito ao público do Eu Me Sinto Bem: os avanços na cosmética para o tratamento da pele.
Quem não quer ter uma pele bonita e saudável? Já falamos aqui no blog de muitas técnicas de tratamentos de beleza e mesmo de cosméticos de uso local que ajudam a manter uma pele bonita. Sempre lembramos que todos os tratamentos tem que ser feitos juntos com mudança de hábitos como dormir mais, estar mais relaxada, se alimentar melhor e praticar exercícios físicos.
O que a matéria da Veja traz de novidade são os avanços que cientistas - incluindo o Prêmio Nobel de Química Peter Agre - têm conseguido na formulação de novos cremes.
“Agre descreveu o funcionamento do principal sistema de irrigação dos tecidos do corpo humano. Ele é composto de canais formados por proteínas que atravessam a membrana celular e permitem a entrada e saída de água. O pesquisador batizou esses canais de aquaporinas.”, diz a Veja.
“Os órgãos do corpo humano são formados majoritariamente de água – 79% no caso do coração, 76% no do cérebro e, na pele, 70%. Por isso, as aquaporinas são indispensáveis para o funcionamento do organismo. Mas, como todo processo bioquímico de manutenção da vida, a eficácia das aquaporinas diminui com o passar dos anos, tornando os órgãos mais fracos e vulneráveis. A diminuição no desempenho das aquaporinas da pele a torna seca e enrugada. O grande salto que as empresas de cosméticos estão prestes a empreender é prolongar o funcionamento perfeito da aquaporina 3, específica da pele, por tempo indeterminado. Para isso, elas têm várias estratégias. A principal delas é a produção de cremes com proteínas sintéticas semelhantes às naturais.”, continua a revista.
A matéria é muito interessante e nos faz pensar até que ponto a ciência vai avançar para nos permitir viver com beleza e saúde mesmo com o passar do tempo. Claro que isso só vai acontecer com quem se cuida, não só através de uma abordagem de fora para dentro, como também de uma abordagem de dentro para fora. Quais serão os limites do conhecimento humano?


