Crudivorismo. Essa estranha palavra define em português o movimento conhecido como raw food e que vem ganhando cada vez mais adeptos no exterior. Trata-se de uma dieta que só permite alimentos crus, ou no máximo modificado por temperaturas abaixo de 42ºC.
Também chamado de living food, ou alimentação viva, o crudivorismo alega que alimentos expostos a calor maior do que 42º C perdem as enzimas naturais e o metabolismo das calorias é mais lento. Essas enzimas ajudariam a digerir o alimento, a retardar o envelhecimento e a aumentar a energia e prevenir doenças.
Como não é possível modificar os alimentos cozinhando-os, a raw food utiliza outros métodos para modificá-los, usando por exemplo a desidratação ou trituração. O cardápio é composto de frutos frescos e secos (hidratados), vegetais, sementes, grãos germinados como o germe de trigo e algas.
Os adeptos garantem que esse tipo de alimentação traz mais saúde, mais energia, melhor sono, clareza mental e ainda contribui para não poluir o meio-ambiente. Isso porque o corpo humano estaria melhor preparado para receber os alimentos da forma como eles vêm da natureza.
Muito disso é apenas teoria, já que não há comprovações científicas. De qualquer forma, pode-se aprender um pouco com esta prática e assim melhorar a alimentação e, por tabela, a qualidade de vida.
Um site em inglês com diversas receitas pode ser um bom ponto de partida para quem quiser aderir ao movimento.





