Durante muitos anos, associava-se quem tinha uma pele bronzeada a uma pessoa saudável e quem tinha uma pele branca a uma pessoa pálida e de saúde frágil. Essa associação advinha dos tempos em que as pessoas que tinham uma saúde fraca recebiam a recomendação médica de ficar em casa, se resguardando.
O fato é que essa relação direta não tem um fundamento científico de verdade. Em alguns casos, pode até acontecer o inverso: se o bronze é obtido de maneira inadequada, como por exemplo em horários de sol forte e sem protetor solar, talvez a pessoa bronzeada esteja a caminho de obter um câncer de pele, algo nada saudável.
Existem correntes aqui e lá fora que já defendem a idéia do “white is beauty”, ou seja, que não há nada de errado em manter a pele com a cor natural e sem ter que se submeter ao sol. Claro que isso varia de acordo com o gosto de cada um (e de quem a pessoa quer impressionar), mas o fato é que não existe uma associação direta entre o bronze e a saúde.
O único fator comprovado nessa história é que os médicos recomendam sim que as pessoas tomem um pouco de sol todos os dias – cerca de 15 minutos em média – para que a exposição estimule a produção de vitamina D no organismo. Mas essa exposição não necessariamente resulta em um bronzeado típico do verão.
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