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Nutrição | Eu Me Sinto Bem

Por que as dietas pré-festa não são uma boa ideia

Um tema que ganha cada vez mais espaço entre revistas e sites de beleza são as tais dietas pré-festa. Trata-se de ficar regulando a alimentação por três ou quatro dias antes de um evento importante para assim caber bem em um vestido ou aparecer bem na foto.

Não consideramos que isso seja uma boa ideia. Por quê?

Uma vez que se adote rotineiramente essas dietas pré-festa, o seu cérebro pode aprender que está tudo bem em comer porcaria na maior parte do tempo e, quando for necessário, fechar a boca por alguns dias e ter uma aparência boa em um determinado momento.

O problema é que nossa saúde é muito mais importante que nossa aparência. E o que determina nossa saúde é o que fazemos a maior parte do tempo.

As dietas pré-festa funcionam assim como uma espécie de muleta onde as pessoas se apoiam e acabam sem ter a coragem necessária de encarar uma reeducação alimentar séria. Você não prefere ter uma boa saúde em vez de apenas 3 dias para “afinar”?


Como comer menos carne pode ajudar o meio-ambiente

Muitas vezes, é difícil entender algumas relações quando o assunto é meio-ambiente. Por exemplo, como comer menos carne pode ser algo importantíssimo para ajudar o meio-ambiente?

Pode parecer estranho, mas a indústria da pecuária sozinha polui mais do que todo o setor de transporte (incluindo carros, navios e aviões) junto.

Esse é um dos principais argumentos de quem adota uma dieta vegetariana. Mas quem quiser apenas contribuir com sua parte sem mudar totalmente sua dieta, pode apenas se propor a comer menos carne.

Se todos passassem apenas um dia sem comer carne durante a semana, teríamos uma redução no consumo de mais de 14%. Ou se você come carne em duas refeições e deixar de comer em uma, seria uma contribuição sua de 50%.

Isso é mais eficiente, por exemplo, do que deixar o carro em casa e ir trabalhar de ônibus. Não que uma atitude impeça a outra, mas fica apenas como exemplo.

Além disso, comendo menos carne estamos contribuindo para a nossa saúde e também ajudando a diminuir o sofrimento animal. Pense nisso.


Simplificando o ganho e a perda de peso

Ganho e perda de peso é um negócio que movimenta milhões todos os dias. Pense na quantidade de academias, nutricionistas, dietas, empresas de suplementos alimentares, clínicas de estética, programas de TV, sites, blogs, etc.

Com tanta coisa envolvida, é natural que acabemos complicando demais as coisas. E aí surgem dietas malucas, cremes que alegam propriedades milagrosas, listas de pode e não pode.

Vamos dar um basta nisso, vamos simplificar as coisas.

Se você quer perder peso, deve ingerir todo dia menos calorias do que gasta.

Se você quer ganhar peso, deve ingerir mais calorias do que gasta.

Pronto, é isso. Simples assim.

Claro que há mil maneiras de fazer isso. Mas todo mundo sabe que a melhor maneira é com alimentos saudáveis e com exercícios físicos regulares.

A palavra-chave aqui é consistencia. É nesse ponto que muita gente falha.

Concentre-se apenas em consumir menos calorias do que gasta hoje (ou mais, se o objetivo é ganhar peso). Só hoje. Amanhã faça o mesmo. E depois. E depois. E depois.

Meça seus progressos. Veja o que está funcionando e o que não está e mude a estratégia, se for necessário.

Até quando você vai ter que fazer isso?

Até conseguir seu objetivo. Assim, não há como falhar. A única maneira de falhar é se você desistir dos seus sonhos e deixar sua saúde em segundo plano.


Conheça uma rede social brasileira só para vegetarianos

Já falamos aqui no Eu Me Sinto Bem sobre a dieta vegetariana. Sabemos que, assim como os onívoros, os vegetarianos podem ter uma alimentação perfeitamente balanceada. Isso depende das escolhas que cada pessoa faz ao montar seu cardápio.

Só que o vegetarianismo vai além de uma opção alimentar: trata-se de uma escolha ética, de não querer produzir sofrimento nos animais e, de quebra, ajudar o meio-ambiente.

Quem estiver começando nesse caminho, pode encontrar toneladas de boas informações no Vista-se, uma rede social brasileira sobre vegetarianismo.

O cadastro é gratuito e, mesmo sem realizá-lo, é possível ler os posts publicados e ver as comunidades e membros participantes. Uma mão na roda para quem está buscando informações práticas sobre esse estilo de vida.


15 dias a base de shakes dietéticos: a experiência

Comerciais como os clássicos do 011 14 zero meia sempre deixam todos com a pulga atrás da orelha, com um misto de descrença e curiosidade. Será que essa faca Ginsu corta tudo isso mesmo? E essa meia-calça Vivarina é capaz de rebocar um carro sem rasgar? Ou é tudo truque de marketing?

De uns tempos para cá, pipocam na televisão comerciais desse tipo com shakes dietéticos. Quase sempre abalizados por celebridades (muitas das quais nunca enfrentaram problemas de peso), os shakes prometem mundos e fundos.

Sabemos que nada substitui uma boa e balanceada alimentação, mas também temos ciência de que os complementos nutricionais podem ser de boa ajuda quando cumprem justamente a função de complementar a alimentação.

Pois a revista Boa Forma decidiu fazer um teste e colocou cinco “cobaias” para testar os shakes anunciados na TV. Herbalife, Línea, In Natura, BioSlim e Diet Shake. Todas perderam peso e contam suas impressões sobre o que viram. Em geral, gostaram do sabor e da praticidade, mas algumas diziam que iam enjoando aos poucos.

A matéria é bem interessante e pode ser lida no site da Boa Forma.


Pesar a comida é uma boa ideia?

O que não se mede não se controla, já diriam os economistas. A partir desse conceito, podemos nos perguntar: será que preciso ficar anotando e pesando minha comida para poder perder peso?

A resposta, como sempre, é depende. Se você está por exemplo em uma situação de obesidade, colocando em risco a própria vida, e recebeu uma dieta de restrição de calorias de um nutricionista, então é bom seguir à risca o que está sendo determinado. Não há como saber exatamente quanto você está comendo se não medir, principalmente se estiver comendo comida de verdade (verduras, frutas, carnes, sementes etc.) e não enlatados, encaixotados e outros alimentos artificiais.

Outro caso é se você é uma pessoa muito determinada e está querendo realmente saber se por meio da restrição de calorias vai chegar ao seu objetivo. Nesse caso, as pequenas balanças de cozinhas e um caderno ou um site para registrar e acompanhar suas refeições são boas pedidas.

Agora se o seu caso é de precisar perder um ou dois quilos, talvez tanto controle seja desnecessário. Uma pequena redução nas quantidades - prestando atenção ao equilíbrio nutricional - e um aumento no ritmo dos exercícios podem ser suficientes para atingir a meta, sem ter que controlar tão de perto o que se come.

O bom senso e o acompanhamento de profissionais da área médica, de nutrição e de educação física são os melhores caminhos para tirar esse tipo de dúvida.


Descubra detalhadamente o que você anda comendo

Você sabe o que anda comendo? Provavelmente sim, se estivermos falando de uma maneira mais geral. Você pode estar comendo frutas, pães, carnes, ovos, biscoitos etc.

Mas você sabe o que realmente anda comendo? Se sua saúde não está muito boa, ou se você tem dificuldade para perder ou ganhar peso, talvez seja útil saber detalhadamente o que está colocando para dentro de seu corpo.

Qual porcentagem da sua dieta é formada por gorduras? Você está obtendo dos alimentos as vitaminas e minerais necessários? Quantas calorias você precisa e quantas você efetivamente come?

Pensando em responder algumas dessas perguntas, o site Nutridiary tem um sistema fantástico e gratuito. Funciona da seguinte maneira: você cria uma conta lá e começa a registrar o que come. O site tem uma base de dados enorme e detalha para você como está sendo formada sua dieta, dia a dia.

Por exemplo, se você come uma maçã. Insere no sistema que comeu uma e ele registra quantas calorias você acaba de ingerir, a porcentagem de proteínas, gorduras e carboidratos. Tudo com números, metas, gráficos. E ainda uma análise completa dos micronutrientes (vitaminas, minerais, etc.).

As comidas que por acaso não estejam no banco de dados podem ser inseridas. Para isso você terá que colocar as informações do rótulo. Mas isso só precisa ser feito uma vez. Depois, o sistema grava as informações e pode recuperá-las sempre que você comer o mesmo de novo.

O site obviamente não substitui o trabalho de um nutricionista. Na verdade, complementa-o muito bem. Você pode pegar o plano de seu nutricionista e ir acompanhando detalhadamente se está fazendo bem o que lhe foi indicado. Uma ferramenta essencial para quem está levando a sério seu plano de reeducação alimentar.


O nutricionista que viveu 99 anos

drwalkerVocê confiaria no conselho de um nutricionista que viveu lúcido e saudável até os 99 anos e que garantia que sua longevidade devia-se ao seu estilo de vida?

Dr. Norman Walker (1886—1985) foi um dos pioneiros dos hoje famosos sucos verdes. Vendo que as pessoas consumiam muito menos verduras do que deveriam, pensou em uma forma mais fácil de ingerir folhas, batendo-as no liquidificador.

Claro que não foram apenas os sucos verdes que deram a longevidade ao Dr. Walker. Ele era adepto do crudivorismo, ou seja, só comia alimentos crus. A alimentação era toda a base de frutas, verduras, legumes, raízes, sementes e nozes que não eram cozinhadas para que não perdessem suas propriedades nutricionais.

Em um de seus livros, Become Younger, Walker afirmava:

“Posso de fato dizer que nunca tive consciência de minha idade. Desde que alcancei a maturidade jamais tive consciência de ter me tornado mais velho e, posso dizer, sem me equivocar ou ter alguma reserva mental, que eu me sinto mais vivo, alerta e cheio de entusiasmo hoje, do que quando eu tinha 30 anos de idade. Ainda sinto que meus melhores anos estão à minha frente. Nunca me liguei em aniversários, nem os comemorei. Hoje posso de fato dizer que estou gozando de saúde vibrante, nunca me incomodei de dizer às pessoas qual é a minha idade: EU SOU ETERNO!”

O Dr. Walker também dava muita atenção ao método conhecido como limpeza de cólon, que é feito para livrar o intestino grosso de restos fecais que se acumulam no nosso corpo, alguns até mesmo por anos.

O método de Walker é baseado no higienismo, que além de limitar os alimentos ao reino vegetal e com consumo sem cozimento, dá orientações sobre o quanto comer, em que horas do dia e quais as melhores combinações de alimentos.

Para quem se interessou, segue mais um trecho de um de seus livros:

“Já que você é o que você come, você é tão jovem (ou tão velho) quanto você se sente. A passagem dos anos nada tem a ver com a idade das pessoas, exceto como medidas para mensurar a passagem do tempo. Pode-se ser velho aos 30, ou pode-se ser jovem aos 70. A condição do corpo é o resultado direto do cuidado físico e mental que teve no passado. Tornar-se jovem, é esse o seu problema? VOCÊ pode faze-lo, mas ninguém mais pode faze-lo por você. Tornar-se jovem não é um segredo. É apenas bom senso e um plano rígido de treinamento em auto disciplina. Para nos tornarmos jovens temos que ser saudáveis. Isso envolve coisas que, de longe, excedem o simples ‘sentir-se bem’. Significa conhecer e compreender nossa anatomia da mesma forma que um especialista em automóveis conhece seu carro. Você sabe POR QUE você tem que comer e beber? Você sabe a diferença entre comida e NUTRIÇÃO? Você sabe o que acontece em seu organismo enquanto você está comendo, e nas horas seguintes? Você sabe POR QUE e COMO o corpo elimina resíduos? Você alguma vez já se sentiu cansado, exausto ou fatigado? Você sabe o que causa isso? Você já teve dor de cabeça alguma vez? Você sabe o que causa isso? Você sabe quais os malefícios que uma aspirina ou produtos semelhantes fazem para causar o envelhecimento precoce?”


Chocolate é mocinho ou vilão?

Passada a páscoa, muita gente começa a contabilizar as consequências de tanto chocolate. Logo estão todos culpando o grande sabotador da dieta de muitas pessoas.

Alguns dias depois, vemos em uma revista ou na televisão os benefícios que o chocolate pode trazer para a saúde, sobretudo no aumento da sensação de bem-estar.

Parece contraditório, não? Afinal, o chocolate é mocinho ou vilão da saúde e da nutrição?

A princípio, o chocolate não é tão mau. O problema é o que vem agregado junto a ele na maioria das receitas: leite gordo, gordura vegetal e açúcar, muito açúcar. Isso sem contar nos recheios cremosos ou com frutos secos altamente calóricos, como as amêndoas.

A dica para quem quer consumir chocolate é procurar as barrinhas mais moderadas, que não exagerem na adição de gordura e açúcar. O cacau por si só não é mau, então um chocolate feito com um leite magro (ou sem leite) e com menos açúcar pode proporcionar a mesma sensação de prazer sem causar estragos na balança.


Osteoporose atinge cada vez mais homens

Muito conhecida entre as mulheres, a osteoporose é uma doença que está atingindo cada vez mais homens sabia?

Isso, segundo informa o National Osteoporosis Foundation nos Estados Unidos,  que afirma existirem 2 milhões de homens com osteoporose e mais outros 12 milhões apresentando risco para a doença. O instituto está em campanha mundial para desmascarar esse mito.

Os homens hoje, por incrível que pareça, sofrem até mais risco que as mulheres, porque a maioria dos médicos não cogita que homens podem ter osteoporose, uma vez que se convencionou que osteoporose é doença de mulher e fatores como: sedentarismo, o hábito de fumar, a hereditariedade e o baixo consumo de alimentos fontes de cálcio estão associados ao aumento do risco de osteoporose em homens.

Apenas 1/3 dos homens doentes tem o diagnóstico correto, o restante não sabe que corre perigo de fratura. Estima-se em um milhão a incidência anual de fraturas em homens são decorrentes da osteoporose não diagnosticada.

osteoporosis

Fica a dica: uma das principais fontes de cálcio é o leite e para atingir as necessidades deste nutriente sugere-se o consumo de quatro a cinco copos de 200 ml por dia, que podem ser no café da manhã e nos lanches da tarde, derivados são bem-vindos também no cardápio.

Então, a partir de hoje saiba que homens e mulheres correm riscos praticamente iguais em relação à osteoporose.

Por Liliane Ferrari (blog lilianeferrari.com e twitter @lilianeferrari)


Cuscouz Marroquino pode exagerar!

Muito se fala de dietas, alimentos permitidos e proibidos e qual seriam as combinações mais adequadas para equilibrar nossa silhoueta e saúde. E dentre os menus mais saudáveis do planeta está o cardápio mediterrâneo indicado há alguns anos por cardiologistas, endocrinologistas e afins, desde quando o Dr. Michel de Lorgeril do Centre National da Recherche Scientifique da Universidade de Grenoble na França ajudou a divulgar os estudos sobre a Dieta do Mediterrâneo nos anos 90.

Ele defendeu que medidas simples de mudança da alimentação são indispensáveis e suficientes para prevenir a maioria das doenças cardiovasculares. E não é através do corte de gorduras que se baseia essa receita poderosa, muito pelo contrário, pois existe uma bela porção de gorduras nessa dieta.

Afinal, a dieta mediterrânea é caracterizada por:
1) consumo reduzido de gorduras saturadas animais ou vegetais
2) consumo elevado de gorduras monoinsaturadas vegetais
3) consumo reduzido de gorduras monoinsaturadas animais
4) consumo reduzido de gorduras poliinsaturadas omega-6 animais ou vegetais
5) consumo elevado de gorduras poliinsaturadas omega-3 vegetais e animais
6) ausência de consumo de ácidos graxos trans industriais

Leia-se: consumo de azeite de oliva extra-virgem, cereais, legumes e leguminosas como grão-de-bico, lentilhas, oleoginosas como amêndoas, azeitonas, nozes, frutas, peixes, frango, leite e seus derivados como iogurte e queijos, e vinho, lógico!!

E entre as muitas receitas de pratos mediterrâneos pesquisados, o cuscouz feito no norte da Africa, mais conhecido popularmente como ‘marroquino’, é considerado um prato completo porque possui boas proporções de açúcares lentos (cereais), de legumes, de proteínas (vegetais e animais) e de gorduras animais e vegetais.  Foi o alimento ideal nas épocas em que a subnutrição era o problema principal enfrentado pelos povos mediterrâneos. Então quer dizer que, além de saudável, sustenta o estômago!

Pensando nisso compartilho a receita fácil fácil dessa comidinha extraordinária! Porque não adianta nada ficar só na teoria!!! Faço como aprendi numa viagem que fiz por Tanger e Tétouan no Marrocos, quando comi essa iguaria preparada caseiramente, mas existem mil infinitas possibilidades porque nem sempre a gente tem todos os ingredientes em casa!

Eu uso nesta receita:

- 08 mini-coxas de frango
- 01 pacote de farinha de sêmola
- 01 porção de manteiga
- 01 colher (sopa) de açafrão
- 10 cardanomos
- 02 colheres (sopa) de curry
- 03 cebolas raladas
- sal a gosto (POUCO!)
- 1,5 litro de água
- 03 cebolas cortadas verticalmente
- 01 copo americano de grão-de-bico
- 01 copo americano de ervilhas frescas
- 01 copo americano de uvas passas
- azeite de oliva extra-virgem (PODE EXAGERAR!)
- um punhado de amêndoas, folhas de hortelã e figos para decorar

couscouz

Cozinhe as coxinhas de frango numa panela junto com uma generosa porção de manteiga. Junte os cardamonos, o curry, açafrão e a cebola ralada. Misture bem os ingredientes. Adicione sal, a água, as cebolas cortadas maiores, a uva passa, as ervilhas e o grão-de-bico que deve ser hidratado de um dia para o outro (se usar o cozido fica mole demais). Deixe em fogo baixo para cozinhar por uma hora. O frango tem que ficar bem cozidinho!

Numa tigela grande faça o cuscouz, umedendo a sêmola com um pouco de água. Misture bem até absorver toda a água e ficar bem soltinha. Coloque numa panela grande mesmo e leve para cozinhar no vapor do frango que está sendo cozido. Depois de meia hora retire o cuscuz do fogo e deixe esfriar um pouquinho. Adicione mais um copo americano de água fria, misture e leve novamente para cozinhar por mais uns 20 minutos no vapor do frango. Repita a operação uma vez e tá pronto!

Coloque o cuscouz num refratário, adicione o azeite e misture bem. Sirva em cumbuquinhas individuais ou num prato grande formando um montinho com um buraquinho no meio. Coloque as coxinhas e os outros ingredientes do cozido no buraco e em volta do cuscuz. Despeje o molhinho por cima e decore com  amêndoas, folhas de hortelã e figos cortadinhos.

Abra um vinho tinto leve e faça a festa sem culpa! Se você não bebe nadinha, um chá gelado de hortelã também é ótimo acompanhamento.

Por Liliane Ferrari (blog lilianeferrari.com e twitter @lilianeferrari)


Ração Humana: nome esquisito, resultados extraordinários

Difícil imaginar que alguém algum dia fosse querer comer algo chamado ração humana. Esse nome ficou tão associado a animais, que parece ao ouvirmos falar de ração humano podemos até pensar em pessoas comendo naqueles potinhos que alimentam cães e gatos.

Apesar desse nome esquisito, a mistura de ingredientes naturais tem conquistado cada vez mais adeptos. O mix de cereais, sementes e colágeno estimula o metabolismo e, com uma quantidade enorme de fibras, parece ser a solução definitiva para o intestino preguiçoso. Como efeitos, obtem-se uma pele mais lisa, mais disposição e menos gorduras.

A mistura original foi criada pela terapeuta natural Lica Takagui, de Curitiba, e pode ser feita em casa. Como tudo que faz sucesso, entretanto, já ganhou diversas modalidades, embalagens e revendedores.

A ração humana deve ser consumida preferencialmente no café-da-manhã, misturando duas colheres de sopa ao suco, iogurte ou leite.

Se você quiser experimentar, basta triturar os ingredientes abaixo e guardar na geladeira, em um vidro bem fechado:

• 1 xíc. (chá) de semente de linhaça
• 1/2 xíc. (chá) de farelo de aveia
• 1 xíc. (chá) de extrato de soja (sem açúcar)
• 1 xíc. (chá) de quinua em flocos
• 2 xíc. (chá) de fibra de trigo
• 1/2 xíc. (chá) de gergelim
• 4 col. (sopa) de farinha de maracujá
• 4 envelopes (56 g) de gelatina incolor e sem sabor
• 2 col. (sopa) de levedo de cerveja


O que há de comum em todos os alimentos que fazem bem?

A pergunta do título faz pensar bastante. Tamanha é a variedade de alimentos com propriedades benéficas para o organismo, qual seria o ponto comum entre eles?

O que pode haver em comum entre itens como linhaça, salmão, aveia, açaí, repolho e couve-flor?

A resposta é simples: todos são comidas de verdade.

E o que é, afinal, comida de verdade?

No exterior, o conceito de “real food” como um dos pilares da boa alimentação ganha cada vez mais força. A comida de verdade é aquela que não vem em caixas, que não tem edulcorantes, estabilizantes, antefextolobenzimas A-34 ou qualquer outro ingrediente impronunciável. Comida de verdade não tem marca, personagens engraçados ou embalagens modernas.

Cada corrente defende seu tipo preferido de comida. Há os vegetarianos, os carnívoros, os crudivoristas, os frugivoristas. Mas todos - inclusive os cientistas - concordam enfaticamente que quanto menos comida industrializada, processada e repleta de agentes químicos comermos, melhor para a nossa saúde.

É possível manter uma alimentação saudável e balanceada sem apelar para os industrializados?

Pode apostar que sim. Quem não consegue montar um cardápio se puder escolher carnes, grãos, frutas, verduras, legumes, sementes e ovos? O que precisamos além disso para realmente nutrir nosso corpo?

Uma resposta mais objetiva pode ser encontrada nas nossas origens. Será que nosso organismo está mais bem preparado para comer comidas naturais ou para ingerir misturas impensáveis há algumas décadas?

Será que o paladar e a praticidade valem mais do que a verdadeira saúde e níveis incríveis de energia? Vale a pena pensar e reduzir ao máximo, se não mesmo excluir, os produtos industrializados que comemos.


Os melhores momentos para comer as melhores comidas

Você sabia que existem momentos melhores e piores para comer determinados tipos de alimentos? Que, além de escolher o que comer e como quer, também é importantíssimo saber quando comer?

Há uma diferença grande, por exemplo, entre as necessidades do seu corpo logo ao acordar e antes de ir dormir.

No início da manhã, você está em jejum há cerca de oito horas, então necessidade de boas quantidades de água, carboidratos e proteínas. O café da manhã é talvez a refeição mais importante e, infelizmente, também a mais renegada.

Geralmente estamos com tanta pressa de sair de casa que acabamos engolindo qualquer coisa, deixando nosso organismo sem os nutrientes de que ele precisa para enfrentar o dia na sua melhor forma.

Já pela noite, ocorre o oposto. Médicos têm recomendado comer pouco antes de ir dormir, ou mesmo não comer nada até três horas antes de se deitar. Claro que não se deve dormir com fome e sim fazer uma refeição equilibrada cerca de três horas antes de ir para a cama.

Isso porque a digestão é um processo que consome muita energia. E o sono existe para nosso organismo recuperar-se do desgaste do dia. Logo, se comemos imediatamente antes de ir dormir, deixaremos nosso organismo trabalhando a todo vapor, quando ele deveria estar se preparando para descansar. Carboidratos refinados, então, devem ser evitados a todo custo.

Um outro momento importantíssimo do dia para uma boa nutrição é logo após os exercícios físicos. Nesse momento, nosso corpo está exausto e necessita o quanto antes de nutrientes, de preferência os de rápida absorção. Aqui sim, os carboidratos de alto índice glicêmico (frutas, cereais brancos, dextrose) podem ser consumidos junto com proteínas e gordura.

No restante do tempo, siga a regra de fazer muitas (entre 6 e 8) pequenas refeições por dia não ficando mais que três horas sem comer, para acelerar o metabolismo e estar sempre bem nutrido.


O poder do açaí

A natureza por vezes prepara algumas surpresas para os seres humanos. Quem poderia imaginar, por exemplo, que uma pequenina fruta roxa existente naturalmente em poucos lugares do planeta seria um dos mais poderosos alimentos existentes?

Descoberto pela grande população nos anos 80 (embora já fosse de largo consumo nos locais onde existe naturalmente), o açaí tem se mostrado um alimento muito útil para quem procura alimentar-se de maneira saudável.

O pequenino fruto, originário do Amazonas, é um poderoso antioxidante natural. Isso significa que ele combate os radicais livres, que causam envelhecimento precoce e algumas doenças perigosas quando estão descontrolados no organismo. Os antioxidantes do açaí estão presentes nas vitaminas E e B1 que ele carrega e também no elevado teor de antocianinas, que nada mais é do que o pigmento cor roxa violeta tão característica do açaí.

O açaí é uma fruta bastante calórica porque é rico em lipídios. Um copo de suco de açaí tem o dobro do valor energético de um copo de leite, por exemplo.

Por isso e pelo fato de conter um teor relativamente alto de proteínas, o açaí é muito utilizado por praticantes de atividades físicas.

É preciso ter cuidado, entretanto, na forma como se toma o açaí. É comum vermos a mistura do suco da fruta com leite condensado e cereais açucarados, tornando a mistura uma verdadeira bomba de açúcar no sangue. O ideal é consumi-lo sozinho, na forma de suco, ou na tigela acompanhado de uma fruta neutra, como a banana.

O melhor de tudo é que o açaí - cobiçado em várias partes do mundo - é encontrado naturalmente no Norte do Brasil e, portanto, chega a todos com um custo razoável. Que tal preparar a sua tigela?


O que causa a letargia após o almoço?

É comum ver as pessoas reclamando de sono, preguiça, cansaço e outros sintomas após o almoço. Quem almoça fora de casa e volta rapidamente para o trabalho não consegue render bem nas primeiras horas. Já quem almoça em casa rende-se à cama sempre que possível.

O que causa essa letargia?

A digestão é um dos processos que mais consome energia do nosso organismo. Se comemos da maneira errada, sobrecarregando o sistema, boa parte de nossa energia será usada na digestão e não sobrará muita para as outras atividades.

Pessoas que fazem refeições leves - sem muita gordura ou carboidratos refinados - não sentem tanta falta de energia após o almoço.

O segredo, então, é montar um prato que contenha apenas quantidades adequadas de proteína, carboidratos, boa gordura e, claro, salada.

Como seria um prato assim, na prática? Pode ser meio prato de salada (alface, repolho, tomate, brócolis), com uma porção de arroz integral cozido no vapor (carboidratos), um peito de frango grelhado ou um hambúrguer de soja para os vegetarianos (proteína) e um pouco de azeite de oliva (gordura). Evite beber líquidos durante a refeição, pois além de geralmente terem açúcar, eles diluem os sucos digestivos e dificultam ainda mais a digestão.

Troque o arroz integral pelo arroz branco (carboidrato refinado) ou o peito de frango por uma picanha (proteína com muita gordura) e o efeito já não será mais o mesmo.

E um detalhe essencial: corte de vez a sobremesa. Geralmente, são doces, repletos de carboidratos refinados, que causam um pico de insulina responsável por muita da letargia que sentimos. Aqui, nem as frutas servem, pois frutas devem ser consumidas preferencialmente de estômago vazio e não após uma refeição completa.


Combine cereais e leguminosas no prato para uma refeição mais completa

A nutrição é cheia de pequenos truques que, quando executados com sapiência, ajudam na obtenção de uma saúde melhor, um corpo mais bonito e uma pessoa mais vigorosa. Um desses pequenos truques, que pouca gente conhece, é a arte de combinar cereais e leguminosas no prato.

Cereais e leguminosas são ambos grãos. Quando combinados em uma mesma refeição, fornece um aporte proteico com todos os aminoácidos essenciais. Se pensarmos apenas do ponto de vista das proteínas, é o mesmo que comer carne. Só que sem a gordura animal.

E o que são cereais e leguminosas? Cereais são os grãos que nascem em espigas, como arroz, milho, aipim, trigo, centeio, cevada e aveia. Já as leguminosas nascem em bagas, como o feijão, a lentilha, o grão-de-bico, a ervilha e a soja.

Ou seja, o famoso arroz com feijão é uma boa pedida. Milho e ervilha também vão ótimo juntos. Como são muitas opções, você pode fazer diversas combinações para achar a que mais lhe agrada. Com isso, não precisa ficar repetindo o mesmo prato todo dia. Não é uma boa pedida?


Aprenda a combinar as frutas: cítricas e doces não se dão bem

Todo mundo já ouviu pelo menos uma vez na vida o conselho de comer mais frutas, legumes, vegetais e sementes. O que pouca gente sabe é que nem todas as frutas se dão bem quando consumidas juntas.

Isso porque as frutas ácidas requerem um tipo de suco gástrico para serem digeridas, enquanto as frutas doces requerem um outro tipo. Quando consumidas em conjunto, a digestão fica mais complicada.

Frutas ácidas ou cítricas são aquelas como tangerina, morango, lima, limão, abacaxi e laranja. Já as doces são uvas, maçãs, pêras e pêssegos. As bananas são consideradas neutras. Alguns nutricionistas recomendam que as bananas sejam consumidas sem misturar com outras frutas, enquanto outros dizem que elas vão bem com qualquer fruta.

De qualquer forma, o ideal é comer frutas isoladamente, sem misturá-las com outros alimentos. Ou seja, se você comeu uma porção de frutas (cítricas ou doces, não importa) espere pelo menos 30 minutos antes de comer novamente.

Prefira sempre as frutas da estação, quando a natureza fornece os alimentos no seu ritmo e não obrigada por alterações feitas pelo homem.

Para se informar mais, assista ao vídeo abaixo explicando boas combinações de fruta. Está em português de Portugal:


Descubra os benefícios da Quinoa

Você já ouviu falar em Quinoa? Essa pequena sementinha é uma das grandes descobertas nutricionais dos últimos tempos. Muito conhecida em outros países, principalmente da América hispânica, a Quinoa começa a fazer parte do cardápio dos brasileiros.

O motivo? Muito ferro, fibra, fósforo, cálcio, vitaminas B1, B2 e B3 e um pouco de vitamina C e E.

A Quinoa tem origem na Bolívia e pode ser ingerida diariamente, bastando uma ou duas colheres de sopa. Por ser um grão pequenino, pode ser usada no preparo de pães, pudins, mingaus, massas para biscoitos ou panquecas. Os mais puros preferem deixá-la de molho por uma noite e depois colocar em um suco no liquidificador, batendo com frutas e folhas. (mais…)


Como germinar sementes e criar brotos para comer

Sementes germinadas e brotos são opções extremamente nutritivas e naturais para quem deseja uma alimentação rica em vitaminas e micronutrientes. Nos supermercados, é fácil encontrar brotos de alfafa ou de feijão, mas não é tão simples encontrar outros tipos.

Para fazer você mesmo em casa, siga os passos:

1) Escolha as sementes (linhaça, girassol, alfafa, gergelim, rabanete, trevo) ou grãos (arroz, quinua, trigo, lentilha, feijão-verde, grão-de-bico, aveia, soja, ervilha).

2) Coloque a quantidade desejada das sementes ou dos grãos em um vidro limpo e deixe-os de molho em água mineral por uma noite (cerca de oito horas).

3) Feche a boca do vidro com um pedaço de filó (tecido poroso) preso com um elástico na boca do copo. Depois, escorra a água que ficou durante a noite, ponha água nova e escorra novamente. A partir daí, a germinação acontece no ar, não mais na água.

4) Deixe o vidro inclinado com a boca para baixo para que não acumule água. Durante o dia, de seis em seis horas, lave as sementes e escorra a água para não acumular toxinas.

Quando as sementes estiverem com um “narizinho” apontando para fora, já estão germinadas e podem ser consumidas na salada, no suco ou no sanduíche. Bom apetite!


Que tal trocar o sal tradicional pelo sal marinho?

O sal de cozinha tradicional passa por um processo de refinamento que inclui lavagens e adição de elementos químicos para que fique mais branco, mais fino e mais durável. Como tem uma textura fina, o sal de cozinha refinado é fácil de medir e se mistura de maneira homogênea.

O problema é que isso também faz com que as propriedades naturais do sal marinho, como a presença do iodo de fácil assimilação e de magnésio, sejam prejudicadas. O sal refinado acaba sendo mais prático e melhor de usar, mas o custo disso é a saúde de quem o consome. (mais…)


Como você contribui para a causa número 1 do aquecimento global

Nos últimos anos, tem se falado muito sobre aquecimento global e as consequências desastrosas do que estamos fazendo com o planeta.

É muito provável, no entanto, que você esteja contribuindo com a causa número 1 do aquecimento global dia após dia. E que causa é essa? Carros e ônibus? Indústrias e fábricas?

Nada disso. Segundo relatório da ONU, o principal fator, responsável por 18% do aquecimento, é a pecuária. Quando você consome carne ou derivados de produtos animais - sejam bovinos, caprinos, suínos, peixes ou aves - está contribuindo com a principal causa do aquecimento global.

E como a pecuária conquistou esse primeiro lugar? Os dois principais motivos são: a devastação de enormes áreas para plantio de grãos que alimentam os animais antes do abate e os gases (arrotos e flatulências) que os animais emitem em enorme quantidade quando são criados em cativeiro ingerindo comida de engorda.

Por isso, se você puder reduzir ao máximo - ou mesmo eliminar - o consumo de carne da sua dieta, estará fazendo um bem não só para a sua saúde e para sua beleza, mas também para o planeta.

Se tiver tempo, assista ao documentário legendado abaixo para conhecer melhor os problemas do consumo de carne para o meio-ambiente.


Açúcar, o vilão desnecessário

Cada vez mais, nutricionistas e médicos vem apontando o açúcar - e os carboidratos refinados de uma maneira em geral - como o gande vilão da epidemia de obesidade que assola boa parte do mundo. Alguns acreditam que, em breve, os sacos de açúcar poderão vir com avisos como os que aparecem nos maços de cigarro, dizendo que é um alimento prejudicial a saúde se consumido em excesso.

A grande ironia dessa história é que o açúcar é um vilão absolutamente desnecessario. A sacarose - que é o nome correto do açúcar branco refinado - existe para adoçar os alimentos. Só que a natureza já nos oferece, em forma natural, centenas de alimentos naturalmente doces.

Banana, melão, melancia, maçã, abacate, uva, morango, framboesa, amora, manga, figo, pêra, abacaxi, mamão, laranja, tangerina, açaí, coco, caju, cajá, goiaba, graviola, pinha… pense na enormidade de vegetais que existem que são naturalmente doces e que podem ser utilizados para preparar as mais diversas receitas.

Não precisamos prejudicar nosso corpo e nossa saúde para ingerirmos alimentos doces. A natureza já os preparou para nós comermos obtendo todo o doce de que precisamos. Para que ir além e nos tornarmos gordos ou doentes?


O que está por trás de tantos produtos digestivos?

De uns anos para cá, começaram a pipocar nas prateleiras dos supermercados produtos que prometem fazer o intestino funcionar melhor, reequilibrar a flora intestinal e até deixar a sua pele mais bonita. Você já parou para se perguntar o porquê disso?

O sistema digestivo é o que gasta mais energia do corpo humano, mais até mesmo do que o cérebro. A alimentação da maioria das pessoas está cada dia pior, repleta de calorias vazias, alimentos processados, carboidratos refinados e muitas gorduras. (mais…)


Aprenda a fazer o suco verde, o leite da terra dos crudivoristas

No último post, falamos sobre crudivorismo, a dieta vegana que prega que somente se consumam alimentos crus, não cozidos. O carro-chefe para começar esse tipo de dieta é o chamado suco verde, ou leite da terra, que deve ser tomado todas as manhãs.

Para prepará-lo, faça o seguinte:

Ingredientes (rende cerca de 300ml)

    1 pepino ou 1 abobrinha verde ou 1 chuchu
    1 maçã
    1 beterraba pequena ou 1 inhame ou 1 pedaço de abóbora
    1 cenoura
    Alternar folhas (couve, rúcula, agrião, alface, repolho, acelga, etc…) Pode ser 3 tipos, cerca de 3 folhas de cada.
    Para diferenciar o sabor, alterne os temperos: salsa, gengibre, etc.
    Sementes germinadas (trigo, aveia, gergelim) ou castanhas hidratadas (nozes, amêndoas, castanha do Pará, semente de linhaça).

    Modo de Preparo

    No copo do liquidificador, coloque o pepino, as maçãs, o inhame ou beterraba ou abóbora picados. Ligue o liquidificador e soque os ingrediente com a cenoura. Se houver necessidade, coe. Acrescente as folhas, o tempero e as sementes e/ou as castanhas. Bata novamente no liquidificador. Coe.

    Para germinar – trigo em grão, aveia em grão, semente de girassol, etc. Deixe, á noite, as sementes de molho em água. No dia seguinte, escorra a água e deixe as sementes em uma peneira ou escorredor e regue de 6 a 8 horas. No outro dia, as sementes estão apontando um “narizinho”. Estão germinadas.

    Para hidratar – deixe as castanha ou semente de linhaça de molho, á noite, em água. No dia seguinte, use-as no suco.

    Para coar – Será necessário um coador de vual. O vual é encontrado em qualquer casa de tecidos. Corte o tecido deixando um círculo, queime as bordas com uma vela. Fure as bordas com um incenso (deixando buracos para passar o elástico). Passe o elástico e dê um nó. Está pronto o coador.

    Para beber - Depois de coar, acrescente um fio de azeite extra-virgem ao suco (para absorção das vitaminas lipossolúveis).


Crudivorismo: comida viva, vegetal e crua

Crudivorismo é um tema que vem ganhando cada vez mais interesse. Se você nunca ouviu falar, não precisa se espantar. É uma dieta simples: comer apenas alimentos crus do reino vegetal.

Isso inclui frutas, verduras, legumes e sementes. Ficam de fora carnes, mel, ovos, laticínios e todo e qualquer produto industrializado, incluindo molho, açúcar, farinha etc.

Os adeptos dessa dieta garantem que, quanto mais natural for a maneira de se alimentar, melhor para o organismo. Pesquisas científicas têm mostrado que é possível obter todos os macronutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras) a partir dessa dieta. Destrói-se, assim, o mito de que alimentação vegana é pobre em proteínas. (mais…)


Alimentando-se apenas com comida de verdade

Sabemos que a alimentação é um dos principais - se não o principal - pilares para uma boa saúde. Mesmo assim, ainda damos uma atenção indevida a esse aspecto.

Atualmente, somos praticamente obrigados a comer comida industrializada. Desde pequenos, somos treinados para isso. Comemos papa em potinhos desde a mais tenra infância.

Existe um movimento que procura lutar contra isso. Chama-se Real Food e tem uma proposta que, para alguns, pode parecer um tanto quanto radical: só comer comida de verdade. (mais…)


Mude exercícios e alimentos antes que seu corpo se acostume

O ser humano tende a ser um animal de hábitos. Procuramos sempre fazer as coisas de maneira semelhante, para evitar riscos e lidar com os problemas de forma já conhecida. Isso pode ser bom em diversos aspectos, mas quando o assunto é alimentação e exercícios físicos, o tiro pode sair pela culatra.

No caso dos exercícios, se fizermos sempre a mesma rotina de exercícios, o corpo irá literalmente se acostumar. Por mais carga ou repetição que você aplique, os músculos já estarão adaptados àquele movimento, àquela rotina, e não responderão mais tão bem quanto quando você começou a praticá-los. (mais…)


Comer milho faz bem?

Estamos em junho e em várias partes do Brasil comemora-se o São João. Além do forró e dos fogos, uma das grandes estrelas dessa festa tipicamente nordestina é o milho. Com o milho faz-se pamonha, canjica (ou curau), munguzá, bolo e outros quitutes. Essas comidas fazem bem ou engordam demais?

O milho é um ceral natural e é muito utilizado por conta de suas propriedades nutricionais. É um dos alimentos mais nutritivos que existem, contendo quase todos os aminoácidos conhecidos, sendo exceções a lisina e o triptofano.

Apesar disso, seu uso indiscriminado - sobretudo do amido de milho - tem contribuído para alimentos industrializados que contém um número excessivo de carboidratos refinados. Consumidos em excesso, tais produtos causam acúmulo de gordura e outros malefícios para a saúde. (mais…)


Novo livro na praça: Emagreça com a Dieta das Estrelas

Muita gente tem nos artistas e celebridades o modelo ideal de beleza. Mesmo sabendo que as fotos que vêem estão repletas de maquiagem e Photoshop, quase todas querem ter o corpo de uma Juliana Paes, Paola Oliveira ou Flávia Alessandra.

O que as três têm em comum é que são pacientes de uma mesma médica no Rio de Janeiro, a Dra. Heloísa Rocha. Pensando nisso, a médica acaba de lançar o livro “Emagreça com a Dieta das Estrelas”. (mais…)


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