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Nutrição | Eu Me Sinto Bem

O que há de comum em todos os alimentos que fazem bem?

A pergunta do título faz pensar bastante. Tamanha é a variedade de alimentos com propriedades benéficas para o organismo, qual seria o ponto comum entre eles?

O que pode haver em comum entre itens como linhaça, salmão, aveia, açaí, repolho e couve-flor?

A resposta é simples: todos são comidas de verdade.

E o que é, afinal, comida de verdade?

No exterior, o conceito de “real food” como um dos pilares da boa alimentação ganha cada vez mais força. A comida de verdade é aquela que não vem em caixas, que não tem edulcorantes, estabilizantes, antefextolobenzimas A-34 ou qualquer outro ingrediente impronunciável. Comida de verdade não tem marca, personagens engraçados ou embalagens modernas.

Cada corrente defende seu tipo preferido de comida. Há os vegetarianos, os carnívoros, os crudivoristas, os frugivoristas. Mas todos - inclusive os cientistas - concordam enfaticamente que quanto menos comida industrializada, processada e repleta de agentes químicos comermos, melhor para a nossa saúde.

É possível manter uma alimentação saudável e balanceada sem apelar para os industrializados?

Pode apostar que sim. Quem não consegue montar um cardápio se puder escolher carnes, grãos, frutas, verduras, legumes, sementes e ovos? O que precisamos além disso para realmente nutrir nosso corpo?

Uma resposta mais objetiva pode ser encontrada nas nossas origens. Será que nosso organismo está mais bem preparado para comer comidas naturais ou para ingerir misturas impensáveis há algumas décadas?

Será que o paladar e a praticidade valem mais do que a verdadeira saúde e níveis incríveis de energia? Vale a pena pensar e reduzir ao máximo, se não mesmo excluir, os produtos industrializados que comemos.


Os melhores momentos para comer as melhores comidas

Você sabia que existem momentos melhores e piores para comer determinados tipos de alimentos? Que, além de escolher o que comer e como quer, também é importantíssimo saber quando comer?

Há uma diferença grande, por exemplo, entre as necessidades do seu corpo logo ao acordar e antes de ir dormir.

No início da manhã, você está em jejum há cerca de oito horas, então necessidade de boas quantidades de água, carboidratos e proteínas. O café da manhã é talvez a refeição mais importante e, infelizmente, também a mais renegada.

Geralmente estamos com tanta pressa de sair de casa que acabamos engolindo qualquer coisa, deixando nosso organismo sem os nutrientes de que ele precisa para enfrentar o dia na sua melhor forma.

Já pela noite, ocorre o oposto. Médicos têm recomendado comer pouco antes de ir dormir, ou mesmo não comer nada até três horas antes de se deitar. Claro que não se deve dormir com fome e sim fazer uma refeição equilibrada cerca de três horas antes de ir para a cama.

Isso porque a digestão é um processo que consome muita energia. E o sono existe para nosso organismo recuperar-se do desgaste do dia. Logo, se comemos imediatamente antes de ir dormir, deixaremos nosso organismo trabalhando a todo vapor, quando ele deveria estar se preparando para descansar. Carboidratos refinados, então, devem ser evitados a todo custo.

Um outro momento importantíssimo do dia para uma boa nutrição é logo após os exercícios físicos. Nesse momento, nosso corpo está exausto e necessita o quanto antes de nutrientes, de preferência os de rápida absorção. Aqui sim, os carboidratos de alto índice glicêmico (frutas, cereais brancos, dextrose) podem ser consumidos junto com proteínas e gordura.

No restante do tempo, siga a regra de fazer muitas (entre 6 e 8) pequenas refeições por dia não ficando mais que três horas sem comer, para acelerar o metabolismo e estar sempre bem nutrido.


O poder do açaí

A natureza por vezes prepara algumas surpresas para os seres humanos. Quem poderia imaginar, por exemplo, que uma pequenina fruta roxa existente naturalmente em poucos lugares do planeta seria um dos mais poderosos alimentos existentes?

Descoberto pela grande população nos anos 80 (embora já fosse de largo consumo nos locais onde existe naturalmente), o açaí tem se mostrado um alimento muito útil para quem procura alimentar-se de maneira saudável.

O pequenino fruto, originário do Amazonas, é um poderoso antioxidante natural. Isso significa que ele combate os radicais livres, que causam envelhecimento precoce e algumas doenças perigosas quando estão descontrolados no organismo. Os antioxidantes do açaí estão presentes nas vitaminas E e B1 que ele carrega e também no elevado teor de antocianinas, que nada mais é do que o pigmento cor roxa violeta tão característica do açaí.

O açaí é uma fruta bastante calórica porque é rico em lipídios. Um copo de suco de açaí tem o dobro do valor energético de um copo de leite, por exemplo.

Por isso e pelo fato de conter um teor relativamente alto de proteínas, o açaí é muito utilizado por praticantes de atividades físicas.

É preciso ter cuidado, entretanto, na forma como se toma o açaí. É comum vermos a mistura do suco da fruta com leite condensado e cereais açucarados, tornando a mistura uma verdadeira bomba de açúcar no sangue. O ideal é consumi-lo sozinho, na forma de suco, ou na tigela acompanhado de uma fruta neutra, como a banana.

O melhor de tudo é que o açaí - cobiçado em várias partes do mundo - é encontrado naturalmente no Norte do Brasil e, portanto, chega a todos com um custo razoável. Que tal preparar a sua tigela?


O que causa a letargia após o almoço?

É comum ver as pessoas reclamando de sono, preguiça, cansaço e outros sintomas após o almoço. Quem almoça fora de casa e volta rapidamente para o trabalho não consegue render bem nas primeiras horas. Já quem almoça em casa rende-se à cama sempre que possível.

O que causa essa letargia?

A digestão é um dos processos que mais consome energia do nosso organismo. Se comemos da maneira errada, sobrecarregando o sistema, boa parte de nossa energia será usada na digestão e não sobrará muita para as outras atividades.

Pessoas que fazem refeições leves - sem muita gordura ou carboidratos refinados - não sentem tanta falta de energia após o almoço.

O segredo, então, é montar um prato que contenha apenas quantidades adequadas de proteína, carboidratos, boa gordura e, claro, salada.

Como seria um prato assim, na prática? Pode ser meio prato de salada (alface, repolho, tomate, brócolis), com uma porção de arroz integral cozido no vapor (carboidratos), um peito de frango grelhado ou um hambúrguer de soja para os vegetarianos (proteína) e um pouco de azeite de oliva (gordura). Evite beber líquidos durante a refeição, pois além de geralmente terem açúcar, eles diluem os sucos digestivos e dificultam ainda mais a digestão.

Troque o arroz integral pelo arroz branco (carboidrato refinado) ou o peito de frango por uma picanha (proteína com muita gordura) e o efeito já não será mais o mesmo.

E um detalhe essencial: corte de vez a sobremesa. Geralmente, são doces, repletos de carboidratos refinados, que causam um pico de insulina responsável por muita da letargia que sentimos. Aqui, nem as frutas servem, pois frutas devem ser consumidas preferencialmente de estômago vazio e não após uma refeição completa.


Combine cereais e leguminosas no prato para uma refeição mais completa

A nutrição é cheia de pequenos truques que, quando executados com sapiência, ajudam na obtenção de uma saúde melhor, um corpo mais bonito e uma pessoa mais vigorosa. Um desses pequenos truques, que pouca gente conhece, é a arte de combinar cereais e leguminosas no prato.

Cereais e leguminosas são ambos grãos. Quando combinados em uma mesma refeição, fornece um aporte proteico com todos os aminoácidos essenciais. Se pensarmos apenas do ponto de vista das proteínas, é o mesmo que comer carne. Só que sem a gordura animal.

E o que são cereais e leguminosas? Cereais são os grãos que nascem em espigas, como arroz, milho, aipim, trigo, centeio, cevada e aveia. Já as leguminosas nascem em bagas, como o feijão, a lentilha, o grão-de-bico, a ervilha e a soja.

Ou seja, o famoso arroz com feijão é uma boa pedida. Milho e ervilha também vão ótimo juntos. Como são muitas opções, você pode fazer diversas combinações para achar a que mais lhe agrada. Com isso, não precisa ficar repetindo o mesmo prato todo dia. Não é uma boa pedida?


Aprenda a combinar as frutas: cítricas e doces não se dão bem

Todo mundo já ouviu pelo menos uma vez na vida o conselho de comer mais frutas, legumes, vegetais e sementes. O que pouca gente sabe é que nem todas as frutas se dão bem quando consumidas juntas.

Isso porque as frutas ácidas requerem um tipo de suco gástrico para serem digeridas, enquanto as frutas doces requerem um outro tipo. Quando consumidas em conjunto, a digestão fica mais complicada.

Frutas ácidas ou cítricas são aquelas como tangerina, morango, lima, limão, abacaxi e laranja. Já as doces são uvas, maçãs, pêras e pêssegos. As bananas são consideradas neutras. Alguns nutricionistas recomendam que as bananas sejam consumidas sem misturar com outras frutas, enquanto outros dizem que elas vão bem com qualquer fruta.

De qualquer forma, o ideal é comer frutas isoladamente, sem misturá-las com outros alimentos. Ou seja, se você comeu uma porção de frutas (cítricas ou doces, não importa) espere pelo menos 30 minutos antes de comer novamente.

Prefira sempre as frutas da estação, quando a natureza fornece os alimentos no seu ritmo e não obrigada por alterações feitas pelo homem.

Para se informar mais, assista ao vídeo abaixo explicando boas combinações de fruta. Está em português de Portugal:


Descubra os benefícios da Quinoa

Você já ouviu falar em Quinoa? Essa pequena sementinha é uma das grandes descobertas nutricionais dos últimos tempos. Muito conhecida em outros países, principalmente da América hispânica, a Quinoa começa a fazer parte do cardápio dos brasileiros.

O motivo? Muito ferro, fibra, fósforo, cálcio, vitaminas B1, B2 e B3 e um pouco de vitamina C e E.

A Quinoa tem origem na Bolívia e pode ser ingerida diariamente, bastando uma ou duas colheres de sopa. Por ser um grão pequenino, pode ser usada no preparo de pães, pudins, mingaus, massas para biscoitos ou panquecas. Os mais puros preferem deixá-la de molho por uma noite e depois colocar em um suco no liquidificador, batendo com frutas e folhas. (mais…)


Como germinar sementes e criar brotos para comer

Sementes germinadas e brotos são opções extremamente nutritivas e naturais para quem deseja uma alimentação rica em vitaminas e micronutrientes. Nos supermercados, é fácil encontrar brotos de alfafa ou de feijão, mas não é tão simples encontrar outros tipos.

Para fazer você mesmo em casa, siga os passos:

1) Escolha as sementes (linhaça, girassol, alfafa, gergelim, rabanete, trevo) ou grãos (arroz, quinua, trigo, lentilha, feijão-verde, grão-de-bico, aveia, soja, ervilha).

2) Coloque a quantidade desejada das sementes ou dos grãos em um vidro limpo e deixe-os de molho em água mineral por uma noite (cerca de oito horas).

3) Feche a boca do vidro com um pedaço de filó (tecido poroso) preso com um elástico na boca do copo. Depois, escorra a água que ficou durante a noite, ponha água nova e escorra novamente. A partir daí, a germinação acontece no ar, não mais na água.

4) Deixe o vidro inclinado com a boca para baixo para que não acumule água. Durante o dia, de seis em seis horas, lave as sementes e escorra a água para não acumular toxinas.

Quando as sementes estiverem com um “narizinho” apontando para fora, já estão germinadas e podem ser consumidas na salada, no suco ou no sanduíche. Bom apetite!


Que tal trocar o sal tradicional pelo sal marinho?

O sal de cozinha tradicional passa por um processo de refinamento que inclui lavagens e adição de elementos químicos para que fique mais branco, mais fino e mais durável. Como tem uma textura fina, o sal de cozinha refinado é fácil de medir e se mistura de maneira homogênea.

O problema é que isso também faz com que as propriedades naturais do sal marinho, como a presença do iodo de fácil assimilação e de magnésio, sejam prejudicadas. O sal refinado acaba sendo mais prático e melhor de usar, mas o custo disso é a saúde de quem o consome. (mais…)


Como você contribui para a causa número 1 do aquecimento global

Nos últimos anos, tem se falado muito sobre aquecimento global e as consequências desastrosas do que estamos fazendo com o planeta.

É muito provável, no entanto, que você esteja contribuindo com a causa número 1 do aquecimento global dia após dia. E que causa é essa? Carros e ônibus? Indústrias e fábricas?

Nada disso. Segundo relatório da ONU, o principal fator, responsável por 18% do aquecimento, é a pecuária. Quando você consome carne ou derivados de produtos animais - sejam bovinos, caprinos, suínos, peixes ou aves - está contribuindo com a principal causa do aquecimento global.

E como a pecuária conquistou esse primeiro lugar? Os dois principais motivos são: a devastação de enormes áreas para plantio de grãos que alimentam os animais antes do abate e os gases (arrotos e flatulências) que os animais emitem em enorme quantidade quando são criados em cativeiro ingerindo comida de engorda.

Por isso, se você puder reduzir ao máximo - ou mesmo eliminar - o consumo de carne da sua dieta, estará fazendo um bem não só para a sua saúde e para sua beleza, mas também para o planeta.

Se tiver tempo, assista ao documentário legendado abaixo para conhecer melhor os problemas do consumo de carne para o meio-ambiente.


Açúcar, o vilão desnecessário

Cada vez mais, nutricionistas e médicos vem apontando o açúcar - e os carboidratos refinados de uma maneira em geral - como o gande vilão da epidemia de obesidade que assola boa parte do mundo. Alguns acreditam que, em breve, os sacos de açúcar poderão vir com avisos como os que aparecem nos maços de cigarro, dizendo que é um alimento prejudicial a saúde se consumido em excesso.

A grande ironia dessa história é que o açúcar é um vilão absolutamente desnecessario. A sacarose - que é o nome correto do açúcar branco refinado - existe para adoçar os alimentos. Só que a natureza já nos oferece, em forma natural, centenas de alimentos naturalmente doces.

Banana, melão, melancia, maçã, abacate, uva, morango, framboesa, amora, manga, figo, pêra, abacaxi, mamão, laranja, tangerina, açaí, coco, caju, cajá, goiaba, graviola, pinha… pense na enormidade de vegetais que existem que são naturalmente doces e que podem ser utilizados para preparar as mais diversas receitas.

Não precisamos prejudicar nosso corpo e nossa saúde para ingerirmos alimentos doces. A natureza já os preparou para nós comermos obtendo todo o doce de que precisamos. Para que ir além e nos tornarmos gordos ou doentes?


O que está por trás de tantos produtos digestivos?

De uns anos para cá, começaram a pipocar nas prateleiras dos supermercados produtos que prometem fazer o intestino funcionar melhor, reequilibrar a flora intestinal e até deixar a sua pele mais bonita. Você já parou para se perguntar o porquê disso?

O sistema digestivo é o que gasta mais energia do corpo humano, mais até mesmo do que o cérebro. A alimentação da maioria das pessoas está cada dia pior, repleta de calorias vazias, alimentos processados, carboidratos refinados e muitas gorduras. (mais…)


Aprenda a fazer o suco verde, o leite da terra dos crudivoristas

No último post, falamos sobre crudivorismo, a dieta vegana que prega que somente se consumam alimentos crus, não cozidos. O carro-chefe para começar esse tipo de dieta é o chamado suco verde, ou leite da terra, que deve ser tomado todas as manhãs.

Para prepará-lo, faça o seguinte:

Ingredientes (rende cerca de 300ml)

    1 pepino ou 1 abobrinha verde ou 1 chuchu
    1 maçã
    1 beterraba pequena ou 1 inhame ou 1 pedaço de abóbora
    1 cenoura
    Alternar folhas (couve, rúcula, agrião, alface, repolho, acelga, etc…) Pode ser 3 tipos, cerca de 3 folhas de cada.
    Para diferenciar o sabor, alterne os temperos: salsa, gengibre, etc.
    Sementes germinadas (trigo, aveia, gergelim) ou castanhas hidratadas (nozes, amêndoas, castanha do Pará, semente de linhaça).

    Modo de Preparo

    No copo do liquidificador, coloque o pepino, as maçãs, o inhame ou beterraba ou abóbora picados. Ligue o liquidificador e soque os ingrediente com a cenoura. Se houver necessidade, coe. Acrescente as folhas, o tempero e as sementes e/ou as castanhas. Bata novamente no liquidificador. Coe.

    Para germinar – trigo em grão, aveia em grão, semente de girassol, etc. Deixe, á noite, as sementes de molho em água. No dia seguinte, escorra a água e deixe as sementes em uma peneira ou escorredor e regue de 6 a 8 horas. No outro dia, as sementes estão apontando um “narizinho”. Estão germinadas.

    Para hidratar – deixe as castanha ou semente de linhaça de molho, á noite, em água. No dia seguinte, use-as no suco.

    Para coar – Será necessário um coador de vual. O vual é encontrado em qualquer casa de tecidos. Corte o tecido deixando um círculo, queime as bordas com uma vela. Fure as bordas com um incenso (deixando buracos para passar o elástico). Passe o elástico e dê um nó. Está pronto o coador.

    Para beber - Depois de coar, acrescente um fio de azeite extra-virgem ao suco (para absorção das vitaminas lipossolúveis).


Crudivorismo: comida viva, vegetal e crua

Crudivorismo é um tema que vem ganhando cada vez mais interesse. Se você nunca ouviu falar, não precisa se espantar. É uma dieta simples: comer apenas alimentos crus do reino vegetal.

Isso inclui frutas, verduras, legumes e sementes. Ficam de fora carnes, mel, ovos, laticínios e todo e qualquer produto industrializado, incluindo molho, açúcar, farinha etc.

Os adeptos dessa dieta garantem que, quanto mais natural for a maneira de se alimentar, melhor para o organismo. Pesquisas científicas têm mostrado que é possível obter todos os macronutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras) a partir dessa dieta. Destrói-se, assim, o mito de que alimentação vegana é pobre em proteínas. (mais…)


Alimentando-se apenas com comida de verdade

Sabemos que a alimentação é um dos principais - se não o principal - pilares para uma boa saúde. Mesmo assim, ainda damos uma atenção indevida a esse aspecto.

Atualmente, somos praticamente obrigados a comer comida industrializada. Desde pequenos, somos treinados para isso. Comemos papa em potinhos desde a mais tenra infância.

Existe um movimento que procura lutar contra isso. Chama-se Real Food e tem uma proposta que, para alguns, pode parecer um tanto quanto radical: só comer comida de verdade. (mais…)


Mude exercícios e alimentos antes que seu corpo se acostume

O ser humano tende a ser um animal de hábitos. Procuramos sempre fazer as coisas de maneira semelhante, para evitar riscos e lidar com os problemas de forma já conhecida. Isso pode ser bom em diversos aspectos, mas quando o assunto é alimentação e exercícios físicos, o tiro pode sair pela culatra.

No caso dos exercícios, se fizermos sempre a mesma rotina de exercícios, o corpo irá literalmente se acostumar. Por mais carga ou repetição que você aplique, os músculos já estarão adaptados àquele movimento, àquela rotina, e não responderão mais tão bem quanto quando você começou a praticá-los. (mais…)


Comer milho faz bem?

Estamos em junho e em várias partes do Brasil comemora-se o São João. Além do forró e dos fogos, uma das grandes estrelas dessa festa tipicamente nordestina é o milho. Com o milho faz-se pamonha, canjica (ou curau), munguzá, bolo e outros quitutes. Essas comidas fazem bem ou engordam demais?

O milho é um ceral natural e é muito utilizado por conta de suas propriedades nutricionais. É um dos alimentos mais nutritivos que existem, contendo quase todos os aminoácidos conhecidos, sendo exceções a lisina e o triptofano.

Apesar disso, seu uso indiscriminado - sobretudo do amido de milho - tem contribuído para alimentos industrializados que contém um número excessivo de carboidratos refinados. Consumidos em excesso, tais produtos causam acúmulo de gordura e outros malefícios para a saúde. (mais…)


Novo livro na praça: Emagreça com a Dieta das Estrelas

Muita gente tem nos artistas e celebridades o modelo ideal de beleza. Mesmo sabendo que as fotos que vêem estão repletas de maquiagem e Photoshop, quase todas querem ter o corpo de uma Juliana Paes, Paola Oliveira ou Flávia Alessandra.

O que as três têm em comum é que são pacientes de uma mesma médica no Rio de Janeiro, a Dra. Heloísa Rocha. Pensando nisso, a médica acaba de lançar o livro “Emagreça com a Dieta das Estrelas”. (mais…)


Insulina, o hormônio que pode engordar

muito açucar pode fazer mal a saúde

A insulina é um hormônio produzido pelo corpo humano para controlar o uso, o armazenamento e a distribuição de energia. A principal fonte de energia do nosso corpo é a glicose, seja ela retirada dos alimentos ou das próprias reservas do corpo, quando na falta do primeiro.

Quem come muito açúcar - seja a tradicional sacarose (açúcar branco) ou outras formas de açúcar como amido, frutose e lactose - está jogando no sangue altas doses de glicose. Isso lhe dá níveis elevados de energia? Não. O corpo usa apenas o que precisa e estoca o restante como reserva. Em forma de gordura!

Quando o nível de açúcar no sangue sobe, o pâncreas libera a insulina, que converte a glicose em glicogênio (ou seja, torna-a disponível para o corpo usá-la como energia). (mais…)


O problema dos alimentos com alto índice glicêmico

Alimentos com alto índice glicêmico, como pão branco, açúcar, mel, doces, refrigerante, arroz branco e massas em geral, devem ser evitados ao máximo em sua alimentação. Embora aparentemente inofensivos, esses alimentos transformam-se em glicose logo que chegam ao estômago.

A glicose aumenta a taxa de açúcar no sangue rapidamente, fazendo disparar a produção de insulina. A insulina é um hormônio cuja função é transportar o açúcar circulante para dentro das células.

Quando ela é liberada muito rapidamente - como acontece quando ingerimos os alimentos com alto índice glicêmico - faz o organismo estocar gordura. A gordura estocada estimula a produção de radicais livres, que são substâncias inflamatórias. Traduzindo: vai gerar gordura localizada e celulite no seu corpo.

Uma dica para evitar os alimentos com alto índice glicêmico é trabalhar a substituição. Em vez de pão branco, coma pão integral. Em vez de arroz branco, arroz integral. Refrigerante pode ser trocado por água ou chá.

Existe uma única exceção para você ingerir alimentos com alto índice glicêmico: logo depois de uma sessão de exercícios físicos. Nessa janela de oportunidade - que vai até cerca de uma hora depois que você termina o exercício - é recomendável comer boas quantidades de proteínas junto com alimentos de alto índice glicêmico. A insulina nesse caso vai ajudar a transportar os nutrientes para dentro das células e, como o metabolismo está acelerado, a gordura será metabolizada.


Fazer o bem aos outros é uma excelente forma de se sentir bem

Produtividade, beleza, autoconfiança, desenvolvimento pessoal. Muitos dos temas que falamos aqui no Eu Me Sinto Bem dizem respeitos a melhoria de nós mesmos.

Uma das melhores formas de nos sentirmos bem - muito bem -, entretanto, é fazendo as outras pessoas se sentirem bem. Como pode isso? A questão é que quando praticamos o bem, quando deixamos outra pessoa feliz, essa felicidade parece nos contagiar de tal forma que nós mesmos passamos a nos sentir melhor.

Se você não acredita, propomos o desafio de passar um dia apenas fazendo o bem aos outros. Esqueça por um dia de preocupar-se consigo mesmo e passe a priorizar os outros, apenas como exercício. Faça os favores que lhe pedirem, deixe o outro passar na sua frente no trânsito, dê um lugar na fila para quem está mais apressado, doe uma quantia em dinheiro a quem precisa, compre um presente para as pessoas amadas. Faça isso apenas como experimentação.

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Como resistir aos doces?

Um dos grandes vilões para quem quer manter o corpo em forma são os doces. Essas pequenas delícias contém dois grandes vilões para a nossa saúde e nossa boa-forma: gorduras saturadas e carboidratos refinados.

Quando você come um doce, seu corpo reage jorrando insulina no organismo. Por ser um carboidrato de alto índice glicêmico, ele teoricamente geraria um pico de energia para o seu corpo. Ocorre que, geralmente, essa energia não é utilizada. Dessa forma, o excesso fica todo acumulado em forma de gordura.

Para piorar, a maioria dos doces já possui uma quantidade elevada de gordura em si. Dessa forma, não há como escapar de afirmar que os doces - apesar do delicioso sabor - engorda e muito. Principalmente se você os ingere dia após dia.

Como resistir a essa tentação? Uma dica seria reservar um ou dois dias na semana em que você se permite comer - um pouco - de doces. Pode ser no sábado e domingo, ou um dia no fim de semana e outro na quarta-feira, por exemplo. Mesmo nesses dias, o ideal é não exagerar.

Cortar de vez é complicado porque a vontade vai bater e, quando a repressão acaba, terminamos por compensar e comemos em demasia. Se você abrir pequenas exceções - pequenas mesmo - e em dias espaçados durante a semana, mantendo-se na linha nos demais dias, então poderá aproveitar o sabor sem prejudicar muito a saúde.


Alternativas para a dieta cetogênica cíclica

Nós já falamos aqui sobre dieta cetogênica. Esse tipo de dieta prega o corte dos carboidratos, mantendo-os a níveis mínimo (30 a 60 gramas por dia, em média). O regime fez muito sucesso pelos livros do Dr. Robert Atkins, que também causou muita polêmica por afirmar que comer bacon com ovos no café-da-manhã seria melhor do que frutas e cereal açucarado.

Fato é que a dieta cetogênica funciona para quem quer emagrecer e obter mais saúde. Sem carboidratos, o corpo entra em cetose (daí o nome, cetogênica) e passa a utilizar a gordura como principal fonte de energia.

O problema é que esse tipo de dieta, que tira completamente um grupo inteiro de alimentos, é difícil de ser seguida. Imagine não comer nunca mais pão, doce, biscoito, bolacha, macarrão, arroz branco…

Quem não precisa de uma diminuição radical de peso, mas quer dar uma secada no corpo, pode-se valer da chamada dieta cetogênica cíclica. Em resumo, trata-se de alternar períodos de baixo consumo de carboidratos com outros nos quais esses tipos de alimentos são permitidos.

A maneira mais comum é, depois de uma fase de indução sem carboidratos para o corpo entrar em cetose (geralmente 14 dias), alternar 5 dias sem carboidratos por 2 com esses alimentos (geralmente, dias úteis versus finais de semana). Como o organismo leva geralmente 3 dias para trocar a fonte principal de energia de carboidrato para gordura e vice-versa, esse tempo não seria suficiente para o corpo parar de queimar gordura.

Outras possibilidades, no entanto, existem. Há quem recomende ingerir os carboidratos - não refinados, diga-se de passagem - somente pela manhã, nas duas primeiras refeições. Outros indicam ingerir carboidratos antes e depois da prática de exercício físico, e manter os níveis baixos nas demais horas do dia.

Quem consegue atingir o peso ideal, no entanto, não precisa preocupar-se tanto em entrar nesses processos. Basta compreender como funciona o processo de liberação excessiva de insulina causada pelos carboidratos - principal problema de acumulação de gordura no corpo - e passar a ingerir moderadamente apenas os carboidratos integrais, como aveia integral, arroz integral, macarrão integral, e algumas frutas e verduras.


Longos períodos de jejum podem afetar o seu humor

Você já percebeu que, em certas horas do dia, fica mais irritado, sem paciência, de mau-humor? Já desconfiou que isso pode ter a ver com o que você anda comendo, ou deixando de comer?

Atualmente é prática muito comum as pessoas fazerem três refeições por dia. O café da manhã antes de ir ao trabalho, o almoço no meio do expediente e o jantar ao chegar à noite. O problema dessa atitude é que o corpo fica muito tempo sem receber nutrientes, cinco ou seis horas só com as reservas.

Os períodos de jejum longos podem trazer alterações no humor. Por isso tanta gente sente-se irritada no meio do expediente, produzindo menos do que produzia assim que chegou ou após o almoço.

Uma dica é levar para o trabalho lanches leves, especialmente que combinem proteínas e bons carboidratos. Um exemplo típico e prático seria um sanduíche com pão de forma integral, recheado com peito de peru defumado, queijo mussarela e algumas verduras como tomate e alface.

Coma no meio do expediente da manhã e no meio do expediente da tarde, não permitindo que o corpo fique mais de três horas sem se alimentar. Sendo refeições leves, não se preocupe com a possibilidade de engordar. Na verdade, como o corpo “percebe” que está sendo alimentado com frequencia, ele não vai precisar estocar energia em forma de gordura para ser usada nos períodos de jejum. Parece bom, não?


Hidratar-se é a ação-chave para um Carnaval saudável

O Carnaval está chegando e, com ele, todos os exageros. É trash food demais, bebida demais, suor demais, esforço demais. Quem paga a conta, após os quatro dias de folia, é o nosso corpo.

Se você mantém uma alimentação saudável e pratica exercícios físicos regularmente, não são quatro dias de esbórnia que vão estragar todo o trabalho de um ano. Mesmo assim, tomar alguns cuidados básicos podem ajudar você a estragar menos o seu corpo.

A palavra-chave para isso é hidratação. Isso porque a combinação de calor, álcool e exercício físico (dança, caminhada) causa uma grande desidratação. O álcool é diurético, então não adianta beber mais cerveja para tentar se hidratar. É preciso, preferencialmente, água. Água de coco e suco também podem ser utilizados.

Para complementar, tente alimentar-se com os alimentos mais nutritivos possíveis quando estiver em casa, já que na rua é provável que as únicas opções sejam itens como espetinho, cachorro-quente e outros sanduíches. Brinque muito no Carnaval, mas não com a sua saúde.


Raw food, a dieta que só permite alimentos crus

Crudivorismo. Essa estranha palavra define em português o movimento conhecido como raw food e que vem ganhando cada vez mais adeptos no exterior. Trata-se de uma dieta que só permite alimentos crus, ou no máximo modificado por temperaturas abaixo de 42ºC.

Também chamado de living food, ou alimentação viva, o crudivorismo alega que alimentos expostos a calor maior do que 42º C perdem as enzimas naturais e o metabolismo das calorias é mais lento. Essas enzimas ajudariam a digerir o alimento, a retardar o envelhecimento e a aumentar a energia e prevenir doenças.

Como não é possível modificar os alimentos cozinhando-os, a raw food utiliza outros métodos para modificá-los, usando por exemplo a desidratação ou trituração. O cardápio é composto de frutos frescos e secos (hidratados), vegetais, sementes, grãos germinados como o germe de trigo e algas.

Os adeptos garantem que esse tipo de alimentação traz mais saúde, mais energia, melhor sono, clareza mental e ainda contribui para não poluir o meio-ambiente. Isso porque o corpo humano estaria melhor preparado para receber os alimentos da forma como eles vêm da natureza.

Muito disso é apenas teoria, já que não há comprovações científicas. De qualquer forma, pode-se aprender um pouco com esta prática e assim melhorar a alimentação e, por tabela, a qualidade de vida.

Um site em inglês com diversas receitas pode ser um bom ponto de partida para quem quiser aderir ao movimento.


Frutas também têm açúcar e engordam

Fruta é sem dúvida um dos melhores alimentos que a natureza oferece ao homem. Práticas, saborosas e nutritivas, elas são perfeitas para a nossa alimentação.

O único problema que se pode ter com as frutas é acreditar que elas são um alimento neutro, que não engordam. Isso é um mito. Não é porque elas são saudáveis e não possuem praticamente nenhuma gordura que não engordam.

As frutas são ricas em um tipo de açúcar chamado frutose. Como todo açúcar, a frutose - quando ingerida em excesso - gera um pico de insulina que produz energia em excesso para o nosso corpo. Quando não utilizada, essa energia é acumulada em forma de gordura.

O ideal é comer cerca de três porções diárias e em momentos diferentes. A porção é igual a uma fruta média ou uma xícara de chá de fruta picada.

Os sucos já não são tão nutritivos quanto as frutas. Isso porque se extrai dela apenas o caldo, deixando de lado geralmente casca e miolo, pedaços que também contém seus nutrientes. Além disso, para piorar, geralmente aos sucos são adicionados colheradas de açúcar refinado. Com isso, o pico de insulina e o risco de acúmulo de gordura é ainda maior.

Portanto, a dica é: insira frutas no seu cardápio diário, porém não exagere na quantidade e não caia na história de que elas são 100% inofensivas na sua luta contra a balança.


Carboidratos refinados podem ser o vilão do seu mal estar

Você costuma ter mudanças de humor repentina? Cansaço exagerado sem grandes motivos? Crises depressivas? E, no corpo, gorduras localizadas e dificuldade de perder peso?

Pois saiba que os carboidratos refinados e o excesso de açúcar podem ser os grandes vilões desses sintomas. A sociedade atual tem consumido mais de dez vezes o que costumava consumir em açúcar e carboidratos refinados.

Estamos falando aqui de coisas como pão branco, farinha de trigo, biscoitos, bolachas, arroz branco, macarrão e massas e também açúcar em seus mais variados tipos (sacarose, amido, frutose etc.).

Esses alimentos geram picos de insulina no corpo de maneira desproporcional ao que deveriam, prejudicando o organismo e causando o acúmulo de gorduras. Isso porque o corpo não gasta tanta energia quanto é consumida e estoca o excesso em forma de gorduras.

Para saber se realmente é esse o seu problema, basta fazer um teste simples. Passe duas semanas sem ingerir esses carboidratos maléficos. Troque o pão branco pelo pão integral, o arroz branco pelo integral, diminua a quantidade de frutas, corte o açúcar, a farinha de trigo e os refrigerantes.

Os primeiros três dias podem ser mais difíceis, por conta da adaptação, mas logo depois você sentirá um aumento incrível nos níveis de energia e maior facilidade para perder gordura. Experimente.


Dieta qualitativa versus dieta quantitativa

Quando falamos de dieta para perda de peso, existem milhares de nomes e formas, mas basicamente tudo se restringe a uma dieta qualitativa ou uma dieta quantitativa.

As mais famosas são as dietas quantitativas. Elas baseiam-se sobretudo na quantidade de calorias que ingerimos. Se você consome mais calorias do que gasta, então ganha peso. Se consome menos, perde peso.

Esse tipo de dieta, então, controla mais a quantidade de calorias (e, por conseqüência, de alimentos) que você vai ingerir. Geralmente a pessoa passa a comer menos.

As dietas qualitativas são aquelas que restringem o que você vai comer, sem se preocupar com a quantidade. Na Dieta do Dr. Atkins, por exemplo, você pode comer um quilo de picanha mas não pode comer 100 gramas de pão branco. Isso porque, pelos princípios de tal dieta, o que importa não é a quantidade do que você come e sim que tipo de macronutrientes está ingerindo.

Qual das duas funciona? Não há uma resposta exata. Ambas funcionam para certas pessoas e não funcionam para outras. Ambas requerem um bom grau de comprometimento e disciplina. Ambas valem a pena, então, ser testadas para ver qual se adapta melhor a você.


Diferenças entre ser vegetariano e ser “vegano”

vegetarianoMuita gente que deseja melhorar sua alimentação considera optar por uma dieta vegetariana, excluindo o consumo de carne de boi, frango, peixe e outros animais. Ocorre que existem diversos “níveis” de vegetarianismo. O mais “puro” deles é o chamado vegan ou vegano, em que a pessoa ingere unicamente alimentos de origem vegetal.

O vegan não inclui ovo, leite, queijo, iogurte, nem mesmo mel de abelha, em sua alimentação. Para alguns pode parecer radicalismo, mas o grupo dos veganos alega obter excelente qualidade de vida com esse tipo de alimentação.

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