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Nutrição | Eu Me Sinto Bem

A farra da comida italiana também pode ser saudável

Quando pensamos em comida italiana, logo nos vem à mente pratos com muita massa e molhos gordurosos, principalmente com muito queijo. Embora tal combinação seja absolutamente deliciosa (por isso faz tanto sucesso ao redor do mundo), ela não é das mais saudáveis para o organismo.

Será que há alguma maneira de aproveitar as delícias da culinária italiana e ainda assim conseguir uma refeição saudável? A escolha pelos ingredientes certos é que pode levar a uma resposta positiva.

Diferente do que muita gente pensa, o que mais engorda nos pratos da cozinha italiana não são as massas em si, mas os molhos. O espaguete puro é uma excelente fonte de carboidratos complexos com pouca gordura, sendo útil e necessário para fornecer energia ao organismo.

Os problemas começam quando este mesmo espaguete é coberto com molhos repletos de queijos e outros ingredientes gordurosos. Junte-se a isso o hábito de comer em fartura e está feito o problema.

O segredo para aproveitar a cozinha italiana sem sacrificar a saúde é trabalhar o uso de ingredientes mais leves para acompanhar as pastas. Por exemplo, os tradicionais quatro queijos (mussarela, prato, provolone e parmesão) podem ser substituídos por mussarela de búfala ou mesmo um molho de tomate extraído do próprio tomate (e não os que vêm em caixinhas, muito condimentados e com muitos conservantes).

É preciso observar também que somente a massa não constitui uma refeição completa. O ideal é acompanhá-la por uma porção de proteínas. Aqui podem-se aproveitar peixes, frutos do mar e cortes especiais de carnes, como ossobuco e escalope.

Para finalizar, não devemos esquecer dos vegetais. O alecrim, o estragão, a salsa, a sálvia, o tomilho, o manjericão e as folhas de louro são ingredientes da cozinha italiana que ajudam a temperar o prato.

Ah, e não vale esquecer de moderar na quantidade de comida! Essa é uma tradição italiana que você pode quebrar sem culpa: coma menos quantidade de cada vez para ter um organismo sempre em dia.


Opte pela comida japonesa e conquiste a saúde dos orientais

O povo japonês é um dos que tem uma maior expectativa de vida do mundo. Tal longevidade deve-se não apenas ao índice de desenvolvimento do país, mas também à preocupação que os japoneses possuem com a alimentação e o equilíbrio do corpo e da mente.

Você já percebeu como é difícil encontrar um(a) japonês(a) gordo(a), com exceção dos lutadores de sumô? A alimentação no Japão é bastante balanceada. Então, se você quer conquistar a saúde de um japonês, que tal passar a se alimentar como um deles?

A tradição japonesa ensina a consumir proteínas, fibras e carboidratos logo no café da manhã, com a ingestão de arroz, verduras e missoshiru (sopa de missô). As refeições são leves, nutritivas e de fácil digestão. Além disso, os japoneses seguem a risca um conselho que já demos aqui no blog: comer devagar, mastigando muito e saboreando bem os alimentos.

Os ingredientes que você deve ter em casa para seguir a culinária japonesa são principalmente arroz, algas, legumes, verduras, soja, frutos do mar e muito peixe. O preparo não é dos mais simples, porém também faz parte da conhecida paciência nipônica.

Ao entrar no mundo da cozinha japonesa, você vai conhecer ingredientes como moyashi, konbu, wasabi, misso shiro e shiitake. Não se assuste com os nomes, afinal são espécies de feijão, algas, sopa de soja e cogumelos, à moda japonesa.

Os resultados obtidos com esses ingredientes são pratos com muitos vegetais e alimentos naturais. O peixe e a soja trazem as proteínas, enquanto acompanhamentos como o arroz garantem a porção necessária de carboidratos. Por fim, as verduras e legumes atuam com seus antioxidantes.

Nutrindo seu corpo dessa maneira, você vai conquistar um organismo limpo, um corpo esbelto e muito menos doenças pelo caminho da vida.


Tonifique seus músculos comendo gelatina

A gelatina é um alimento muito associado a sobremesas e doces, geralmente não aparecendo nas tradicionais listas de comidas indicadas para quem procura entrar ou se manter em forma.

Apesar disso, a gelatina possui um elemento que pode ajudar a manter sua musculatura mais tonificada: o colágeno. O colágeno é a classe mais abundante de proteínas do nosso organismo, representando mais de 30% do total.

Com essa substância, a gelatina contém uma série de proteínas que fornecem aminoácidos importantes. Além de ajudar a tonificar os músculos, o colágeno contribui para fortalecer unhas e cabelos e também deixar a pele mais firme. Isso porque uma das principais funções do colágeno é justamente unir e fortalecer os tecidos.

O ideal é procurar as gelatinas vendidas em lojas de suplementos alimentares, que podem ser ao natural ou em variações como em pó, folhas ou cápsulas. As tradicionais gelatinas em caixinhas ou vidrinhos que encontramos nos supermercados também possuem colágeno, porém em quantidades pequenas.


Conheça a Série Cozinha Saudável e descubra como preparar pizzas sem agredir o organismo

O Eu Me Sinto Bem começa hoje uma série intitulada Cozinha Saudável. A série irá mostrar que não é verdade que as comidas saudáveis são sinônimos de comidas sem gosto. Iremos visitar cozinhas de diversos tipos e nacionalidades para descobrir ingredientes que podem contribuir para uma alimentação saudável.

E para evitar que tudo isso acabe em pizza, nós vamos começar justamente por ela! A pizza tradicional, tão amada por italianos e paulistanos, é farta em farinha branca, queijos gordurosos e outros ingredientes não tão saudáveis. É possível, entretanto, preparar pizzas que façam bem não somente ao paladar, mas também ao corpo.

Uma refeição completa deve conter uma porção de carboidratos, uma porção de proteínas, verduras e legumes e pouca gordura. Como obter isso com uma pizza? A resposta não é muito difícil, embora você não vá encontrar pizzas desse tipo na maioria das pizzarias tradicionais.

O segredo está em utilizar massa integral no lugar da tradicional massa de farinha branca. O queijo também não pode ser a tradicional mussarela. É preciso substituí-lo por ricota ou queijo cotage, que são mais saudáveis e ricos em proteína. Se você é do tipo que acredita que pizza sem mussarela não é pizza, escolha a mussarela de búfala, que é menos gordurosa.

Utilizar peito de peru defumado, blanquet de peru ou mesmo peito de frango sobre o queijo também é uma boa pedida para incrementar a quantidade de proteínas na refeição. O molho de tomate continua válido, porém o ideal é extrair o molho do próprio tomate e não apelar para a praticidade dos enlatados e encaixotados. O azeite de oliva em pequenas quantidades também é benéfico para a saúde.

Por fim, procure adicionar verduras sobre a pizza. A regra que vale é: quanto mais colorida a pizza, melhor. Brócolis, cenoura ralada, milho verde e os tradicionais tomate e cebola são ótimas pedidas para o recheio. Para acompanhar, substitua os refrigerantes por uma boa limonada. Escolhendo os ingredientes certos, nas quantidades certas e com as combinações certas, até mesmo uma boa pizza irá fazer você se sentir bem. Bom apetite!


Pod se sentir bem – Saiba como o Chá pode fazer você se sentir bem.

Essa bebida milenar pode e deve fazer parte do seu dia-a dia

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Para ouvir as outras edições acesse podcast no menu acima.


Pode se sentir bem – Aprenda como combinar alimentos em uma refeição

A combinação correta de alimentos contribui para que você se sinta bem.

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Comer a todo instante ajuda você a se sentir bem

Não, você não leu errado o título deste post. É fato comprovado por especialistas que o ser humano deve comer várias vezes durante o dia se quiser otimizar seu metabolismo e conquistar um corpo mais saudável. Fazer isso regularmente pode ajudar você a se sentir ainda melhor.

A idéia tradicional de comermos três vezes ao dia – café, almoço e jantar – não traz muitos benefícios para o nosso corpo. Como o intervalo entre as refeições é muito grande, acabamos ficando com muita fome e, na hora de comer, tentamos compensar isso “estocando” alimento no organismo para suprir o próximo período de escassez. Ocorre que a única forma que o corpo consegue acumular estoques de energia a longo prazo é em forma de gordura.

Além disso, comendo somente três vezes ao dia, os níveis de açúcar no sangue entre uma refeição e outra ficam muito baixos. Níveis de açúcar baixos no sangue tiram nossa concentração e nos deixam sem ânimo para fazer as coisas, além de nos deixar irritados mais facilmente.

Nutricionistas e especialistas da área concordam que, durante o dia, precisamos fazer seis refeições, com intervalos máximos de três horas entre cada uma delas. Alimentando-nos dessa forma, conseguimos manter os níveis de açúcar estáveis durante praticamente todo o dia. A quantidade maior de refeições também nos faz comer menos quantidade a cada refeição.

Em outras palavras, o corpo vai receber somente a energia que está precisando e metabolizá-la. Ao se acostumar a ser alimentado constantemente, o metabolismo não vai mais ter tanta necessidade de acumular gordura para os períodos de escassez.

Claro que somente comer seis vezes ao dia não vai resolver todos os problemas. É preciso comer também as quantidades certas, os alimentos certos e as combinações corretas. Seis Big Macs ao dia não ajudarão a nos sentirmos melhor.


A diferença entre dieta e reeducação alimentar


A indústria dos alimentos diet gera milhões de dólares por ano, aproveitando o fato de que as pessoas querem sempre perder peso e melhorar sua aparência. Tais desejos são louváveis, mas o que muitas delas não sabem é que as dietas imediatistas não são tão eficientes quanto uma verdadeira reeducação alimentar.

Fazer dieta para perder peso em determinado prazo tem dois lados. O primeiro é que a pessoa fica instigada a atingir aquela meta naquele tempo. O segundo é que, depois de atingida a meta e passado o prazo, muitas voltam a engordar e recuperar tudo o que haviam perdido. Algumas vezes até mais.

O que fazer então? O segredo está na reeducação alimentar. As pessoas precisam aprender a se alimentar corretamente para se sentirem melhor consigo mesmas. É preciso entender valor de cada alimento, a quantidade de vezes que se deve comer, a quantidade certa de alimentos e as horas corretas das refeições.

Uma boa reeducação alimentar vai fazer você não só perder peso, como também manter o peso desejado e, além da estética, obter mais saúde. Isso sem passar fome, ou fazer contas de pontos, sopas e outras dietas malucas que permeiam as páginas de revistas de boa forma.

Considere da seguinte forma: dietas imediatistas são soluções temporárias, visando à estética e sem duração a longo prazo. Reeducação alimentar é uma solução definitiva, saudável e muito mais prazerosa.


Muita água para você se sentir bem

Apesar de sermos seres terrestres, temos uma ligação muito forte com a água, talvez por termos vindo dela. Acontece que no dia-a-dia acabamos esquecendo da importância da água e isso acaba prejudicando nossa qualidade de vida.

A história que se deve tomar de dois a três litros por dia é muito conhecida, porém pouco aplicada. Devemos tomar mais água do que o nosso cérebro avisa, ou seja, não devemos encher o copo somente quando estamos com sede. Se você tem dificuldade em lembrar-se, pode usar o lembrete de seu celular para avisá-lo quando está na hora de beber água, por exemplo.

Nosso sangue é 90% água, nosso cérebro está submerso nela, é a água que transporta os nutrientes pelo corpo, os rins e o intestino trabalham melhor com ela. Hoje em dia vemos pessoas gastando muito dinheiro com cremes e loções hidratantes para a pele, quando a verdadeira hidratação vem de dentro para a fora, com o consumo regular de água.

Não é algo muito bonito de se falar, mas para saber se você está bebendo uma boa quantidade de água basta observar a cor de sua urina. Se ela estiver muito escura, é sinal que falta água. O ideal é que ela esteja o mais clara possível, quase transparente.

Outra dica é que a água nos ajuda a nos sentirmos bem, mesmo quando não ingerida. Uma boa chuveirada restitui nossa energia, deixando-nos mais dispostos para enfrentar as tarefas do dia. O mesmo acontece quando mergulhamos em uma piscina, em um rio ou no mar. Se não puder fazer isso quando estiver sem energia em meio ao expediente, experimente lavar o rosto com água fria. A sensação de bem-estar é quase imediata.


Comer devagar ajuda a nos sentirmos bem

Comer adequadamente é um requisito primordial para quem quer se sentir bem. O corre-corre do dia-a-dia, no entanto, faz com que cada vez mais nos alimentemos de forma errada e às pressas, muitas vezes comendo sozinhos sanduíches e lanches em redes de fast-food.

Percebendo como isso poderia ser prejudicial à qualidade de vida das pessoas, o cozinheiro italiano Carlo Petrini fundou, em 1986, o movimento Slow Food, cujo símbolo é um caracol.

A filosofia do Slow Food contrapõe-se ao fast food. A idéia é comer devagar, saboreando o alimento, relaxando e curtindo o momento da refeição com amigos ou familiares. Tudo o que a maioria das pessoas não anda fazendo hoje em dia.

Com 21 anos de vida, o movimento Slow Food hoje tem cerca de 80 mil adeptos em mais de 100 países, principalmente na Europa. Além de comer devagar, o Slow Food defende a necessidade de informar ao consumidor os ingredientes das refeições, busca preservas as tradições gastronômicas locais e é contra a padronização do gosto.

Comer devagar pode ajudar as pessoas a redescobrirem o prazer de alimentar-se. Fazer refeições ao lado de amigos e familiares pode transformar a rotina em momentos de rica convivência. Experimente esse exercício. Sua qualidade de vida – e sua saúde – agradecem.

Mais informações sobre o Slow Food no site oficial www.slowfood.com


Gordura pode nos fazer sentir bem?

Você certamente já ouviu ou leu diferentes opiniões sobre gordura e saúde. Na vida tudo tem no mínimo dois lados o que torna difícil distinguir entre o certo e o errado, o bom é o ruim, o mito e verdade.

Como ter um estilo de vida saudável com relação à gordura?

Há vários tipos de gordura e você, naturalmente, consome ou consumiu cada uma delas. É importante saber que não podemos classificar todas como ruins. Existem vários tipos de gordura que são benéficas à saúde pois são fontes de energia e contribuem para a construção de nossas células.

Não há como negar que a gordura melhora o sabor dos alimentos tornando, por exemplo, as carnes mais suculentas e macias.

Mas nem por isso podemos consumi-las em excesso, é preciso escolher as gorduras com cuidado.

É preciso estar atento às indicações dos nutricionistas e médicos: gorduras saturadas e trans são ruins, e é necessário minimizar o consumo das mesmas.

Uma dica fácil de lembrar é:

  • As gorduras ricas em ácidos saturados e graxos trans são ruins.
  • As gorduras e óleos ricos em gorduras insaturadas são boas.

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