Basicamente tudo o que fazemos na vida tem por objetivo evitar a dor e buscar o prazer. Ser feliz é, ou deveria ser, o modus operandi de cada ser humano.
Ocorre que somos ensinados, desde pequenos, que a felicidade é algo externo. Para ser feliz, precisamos ser aceitos na turminha do colégio. Precisamos ter o tênis, o mp3 player, o celular, a roupa da moda. Precisamos entrar na faculdade. Precisamos sair da faculdade. Precisamos arrumar um emprego. Precisamos nos aposentar…
E assim a vida vai passando e a felicidade total nunca vai chegando. O que pouca gente nos diz – porque não é interessante ser dito – é que a felicidade vinda de objetos ou fatos externos tem exatamente o mesmo valor do que a felicidade sintetizada em nossas cabeças. Você acredita, por exemplo, que seria possÃvel ser feliz se você tivesse nascido sem braços nem pernas? O curto vÃdeo abaixo nos dá uma resposta definitiva.
O que o Nick Vujicic está fazendo no vÃdeo é sintetizando felicidade. Ele está criando em sua mente as condições para ser feliz. Obviamente, ter braços e pernas para ele não é uma condição para ser feliz. Se fosse assim, nunca o seria.
Quando nós impomos a nós mesmos condições inatingÃveis para sermos felizes, estamos nos condenando a nossa própria infelicidade. Enquanto estruturarmos nossas vidas de uma maneira em que a felicidade seja dependente de algo que não podemos controlar, então vamos experimentar a dor.
Pode parecer uma conversa um tanto quanto Pollyanna, mas a ciência prova que não é. O vÃdeo abaixo mostra a palestra do psicólogo de Harvard Dan Gilbert na conferência TED. Em 20 minutos e com muito bom humor, Gilbert mostra os resultados de uma pesquisa que verificou que, sim, a felicidade que “inventamos” e aquela obtida de eventos ou objetos externos são iguais. Os resultados são impressionantes e vale a pena assistir a cada minutinho do vÃdeo.
Se desejas tanto a liberdade e a felicidade, não vês que ambas estão dentro de ti? Pensas que a tens e a terás. Age como se fossem tuas e serão. (Richard Bach)
E agora? Que tal começar a se descondicionar da felicidade exterior e começar a sintetizar a sua própria felicidade?
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