Todos nós buscamos, em última instância, a felicidade. Algumas vezes fazemos isso conscientemente, outras não. Quando fazemos conscientemente, pensamos da seguinte forma: “determinada ação me faz sofrer. Vou evitar fazê-la”. Ou o contrário: “determinada ação me faz bem. Vou praticá-la”.
Racionalmente, faz sentido. O problema é que isso gera um desejo de que o que não é passe a ser. Dessa forma, ficamos insatisfeitos, tristes. Somente quando nos damos conta de viver o momento presente e observar as sensações é que podemos evitar esse apego ou aversão que nos leva ao sofrimento.
“Aqueles que desejam escapar do sofrimento se apressam indo diretamente em direção a ele. Pelo próprio desejo de felicidade, pela ilusão, eles destroem a própria felicidade como se ela fosse um inimigo”, escreveu certa vez o sábio indiano Shantideva.
Esse desejo ilusórios de felicidade nos conduz a iniciar atos de apego que inevitavelmente resultam em aversão. O nosso objetivo é a felicidade, mas as nossas ações acabam nos levando diretamente ao sofrimento.
Posts relacionados
- Quando só há duas opções ruins, o melhor é escolher logo
- Pod se sentir bem - Estrias: vamos combate-las?
- Como a generosidade pode ajudar no seu bem-estar
- E quando dá vontade de jogar tudo para o alto?
- A diferença entre fazer o que quer e querer o que quer













Comente
Assine os feeds dos comentários deste post
Para sua imagem aparecer ao lado de seu nome nos comentários, cadastre-se no Gravatar usando o mesmo e-mail com o qual comentou.