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Com o avanço dos tratamentos estéticos obtido graças às pesquisas e ao desenvolvimento tecnológico, cada vez mais pessoas ficam num dilema entre se submeter a uma cirurgia plástica ou tentar resolver o problema por meio de tratamentos estéticos. É claro que há casos em que somente uma plástica funciona: aumentar os seios, diminuir o queixo etc. Outros problemas, no entanto, podem ser combatidos tanto com tratamentos estético quanto com cirurgias, como por exemplo a diminuição de rugas, a eliminação de gorduras localizadas, etc. A vantagem do tratamento estético é que ele é menos invasivo e, portanto, menos perigoso. Mesmo com todo o desenvolvimento da medicina, uma plástica ainda é uma cirurgia e todos os médicos avisam os pacientes dos riscos que uma cirurgia traz. O tratamento estético também é em geral mais barato e tem um tempo de recuperação menor. Por outro lado, a plástica ataca mais diretamente o problema, obtendo resultados mais rápidos em maiores proporções. Não existe uma regra geral que diga qual dos dois é mais apropriado. Apenas a análise de caso a caso é que permite saber a melhor maneira de lidar com o problema. Uma recomendação é primeiro tentar tratar o problema com bons tratamentos estéticos e, no caso de os resultados não aparecerem, consultar um cirurgião plástico para ver se algo mais eficiente pode ser feito.
De tempos em tempos a ciência nos surpreende com tecnologias e substância que nos auxiliam na busca por uma melhor saúde e uma estética mais apurada. A grande novidade dos últimos tempos é a pílula antibarriga, maneira popular como ficou conhecido o medicamento Acomplia. Tendo o rimonabanto como substância ativa, o Acomplia atua como um moderador de apetite que promove uma diminuição do conteúdo de células gordurosas, especialmente na região do abdome. Além disso, o medicamento também auxilia no tratamento da diabetes tipo dois e da hipertensão. O problema é que, por queimar gordura na região abdominal, o Acomplia atua diretamente no desejo de homens e mulheres que querem perder barriga rapidamente. Isso porque as células gordurosas que o medicamento ataca se localizam em volta dos órgãos viscerais, como o fígado e outros localizados na altura do abdome. O Acomplia já vem sendo usado com fins de mudança estética, embora os médicos não recomendem isso. Na verdade, somente pessoas obesas ou com sobrepeso associado a outros fatores de risco deveriam fazer uso dessa substância. Para saber se você está nesse grupo, é preciso verificar se seu índice de massa corporal está entre 25 e 30. Para calcular o IMC, basta dividir seu peso pela a medida de sua altura ao quadrado. Se estiver entre 25 e 30 e você possuir doenças como diabetes, hipertensão e alto índice de triglicerídios no sangue, pode procurar o médico para saber mais sobre o medicamento. Quem estiver com índice de massa corporal acima de 30 também pode procurar orientação médica e perguntar sobre o Acomplia. Quem toma o Acomplia por conta própria somente por fins estéticos deve saber que ele pode causar vertigens, náuseas, infecções nas vias respiratórias, sonolência, ansiedade e depressão. Além disso, o medicamento não faz nenhum milagre, ou seja, dieta e exercícios físicos continuam na lista de necessidades. Isso pode ser bem mais saudável tanto para seu corpo como para o seu bolso, já que uma caixa com 28 comprimidos de Acomplia custa cerca de R$ 400,00. |