Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Arquivo de tag | felicidade | Eu Me Sinto Bem

Felicidade é o que importa.

Em 2007 o EuMeSintoBem nascia para afirmar que precisamos nos sentir bem, ou seja,  precisamos de felicidade.

Em 2009 anunciamos que um país (Butão) tinha trocado o PIB (Produto Interno Bruto) pelo FIB (Felicidade Interna Bruta).

Agora, é a ONU que reconhece que a felicidade é dever do estado

Ou seja, cada dia está mais forte um movimento que, em última análise, resgata a velha sabedoria popular que foi traduzida nessa música (Don’t worry, be happy)  ou na música de Roberto Carlos “Bom mesmo é ser feliz e mais Nada! Nada!..” e até o que de alguma maneira pode-se entender da frase Carpe diem do poeta romano.

Felicidade é  se sentir bem.

Felicidade é se sentir bem.

Para a ONU, a felicidade depende da garantia de direitos sociais.

Nesse mês, ela divulgou um documento em que salienta que o indicador do Produto Interno Bruto “não reflete adequadamente a felicidade e o bem-estar das pessoas”.

Destaca que os “padrões insustentáveis de produção e consumo podem impedir o desenvolvimento”.

A boa notícia é que o Brasil pode ser um dos primeiros países a seguir a orientação da ONU que reconhece a busca da felicidade como “um objetivo humano fundamental”.

Já há uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 19, que tramita no Senado há cerca de um ano. Essa proposta, de autoria do senador Cristovam Buarque, pretende acrescentar a felicidade na lista dos direitos sociais previstos no Artigo 6º da Constituição. O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e pode ser votado no plenário da Casa. Se aprovado, segue para a Câmara.

Incluir o texto na constituição é o primeiro passo. Será, entretano, necessário que o Estado estabeleça direitos sociais que proporcionem bem-estar e, portanto, felicidade ao cidadão.

Respeitar os direitos sociais pode fazer com que os problemas de saúde, educação, segurança e meio ambiente sejam solucionados.

Cuidar de si é, também, um passo.


Como sintetizar felicidade sem precisar de nada mais do que a imaginação

Basicamente tudo o que fazemos na vida tem por objetivo evitar a dor e buscar o prazer. Ser feliz é, ou deveria ser, o modus operandi de cada ser humano.

Ocorre que somos ensinados, desde pequenos, que a felicidade é algo externo. Para ser feliz, precisamos ser aceitos na turminha do colégio. Precisamos ter o tênis, o mp3 player, o celular, a roupa da moda. Precisamos entrar na faculdade. Precisamos sair da faculdade. Precisamos arrumar um emprego. Precisamos nos aposentar…

E assim a vida vai passando e a felicidade total nunca vai chegando. O que pouca gente nos diz – porque não é interessante ser dito – é que a felicidade vinda de objetos ou fatos externos tem exatamente o mesmo valor do que a felicidade sintetizada em nossas cabeças. Você acredita, por exemplo, que seria possível ser feliz se você tivesse nascido sem braços nem pernas? O curto vídeo abaixo nos dá uma resposta definitiva.

O que o Nick Vujicic está fazendo no vídeo é sintetizando felicidade. Ele está criando em sua mente as condições para ser feliz. Obviamente, ter braços e pernas para ele não é uma condição para ser feliz. Se fosse assim, nunca o seria.

Quando nós impomos a nós mesmos condições inatingíveis para sermos felizes, estamos nos condenando a nossa própria infelicidade. Enquanto estruturarmos nossas vidas de uma maneira em que a felicidade seja dependente de algo que não podemos controlar, então vamos experimentar a dor.

Pode parecer uma conversa um tanto quanto Pollyanna, mas a ciência prova que não é. O vídeo abaixo mostra a palestra do psicólogo de Harvard Dan Gilbert na conferência TED. Em 20 minutos e com muito bom humor, Gilbert mostra os resultados de uma pesquisa que verificou que, sim, a felicidade que “inventamos” e aquela obtida de eventos ou objetos externos são iguais. Os resultados são impressionantes e vale a pena assistir a cada minutinho do vídeo.

Se desejas tanto a liberdade e a felicidade, não vês que ambas estão dentro de ti? Pensas que a tens e a terás. Age como se fossem tuas e serão. (Richard Bach)

E agora? Que tal começar a se descondicionar da felicidade exterior e começar a sintetizar a sua própria felicidade?


País troca o PIB por índice de Felicidade Interna Bruta

O Butão, um pequeno país budista na Ásia, inovou ao medir seu grau de desenvolvimento não pelo PIB (Produto Interno Bruto) mas sim pelo FIB (Felicidade Interna Bruta).

O PIB é um índice internacionalmente utilizado, que mede a soma de todas as riquezas produzidas por uma nação em determinado período de tempo.

O Butão acredita que não é a riqueza que mede o desenvolvimento de uma país e sim o grau de bem-estar de seus habitantes. Alguma semelhança com os propósitos deste blog não é mera coincidência.

O cálculo do FIB inclui o padrão de vida econômica, educação de qualidade, saúde, expectativa de vida e longevidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, bons critérios de governança, gerenciamento equilibrado e bem-estar psicológico. Os habitantes respondem a um questionário para que o índice possa ser medido.

Algumas prefeituras de interior no Brasil já começaram a adotar ideias semelhantes. E você? Que tal medir como anda o seu índice de felicidade para saber se você está fazendo da sua vida o que realmente deveria estar fazendo dela?


Por que quando tentamos evitar a infelicidade vamos diretamente de encontro a ela?

Todos nós buscamos, em última instância, a felicidade. Algumas vezes fazemos isso conscientemente, outras não. Quando fazemos conscientemente, pensamos da seguinte forma: “determinada ação me faz sofrer. Vou evitar fazê-la”. Ou o contrário: “determinada ação me faz bem. Vou praticá-la”.

Racionalmente, faz sentido. O problema é que isso gera um desejo de que o que não é passe a ser. Dessa forma, ficamos insatisfeitos, tristes. Somente quando nos damos conta de viver o momento presente e observar as sensações é que podemos evitar esse apego ou aversão que nos leva ao sofrimento. (mais…)


O processo é tão importante quanto as metas

O mundo moderno vem sobrevalorizando as metas. Todas as nossas ações são orientadas para o resultado, seja na vida profissional ou na pessoal. O problema de levar a vida dessa forma é que a meta é apenas um pequeno momento, que é atingida geralmente após um longo processo.

Se só ficamos felizes quando atingimos nossas metas, então seremos felizes por muito pouco tempo relativamente falando.

Um modo mais sábio de encarar a vida é valorizar o processo. Perder 10 quilos é uma meta louvável: fez bem para a saúde, para a beleza, para a autoestima etc. Só que isso não ocorre da noite para o dia. Para perder 10 quilos, é preciso perder um quilo antes. Quinhentos gramas antes. Um grama antes. (mais…)


A Lei da Atração e o bem-estar

Desde o estrondoso sucesso do filme O Segredo, tem se falado muito sobre a Lei da Atração. Essa lei diz, em linhas gerais, que você atrai para a sua vida aquilo em que pensa com freqüência. Dessa forma, se você pensa muito em doenças, atrairá doença. Se pensa muito em sucesso, atrairá sucesso.

Excluindo a idéia mística apresentada no filme – de que esses pensamentos funcionam como uma vibração que atrai determinado tipo de energia – é possível extrair o conceito fundamental de que a vida é aquilo que pensamos dela para melhorar o nosso bem-estar.

Escolher os pensamentos certos deveria ser a atividade número um de qualquer pessoa, em qualquer dia, a qualquer momento. Se você mantém em sua mente uma idéia de alta qualidade de vida, beleza, bem-estar, paz interior, pouco estresse… assim será sua vida.

É simples, mas não é fácil. Nós temos milhões de pensamentos todos os dias. Controlá-los pode ser um pouco complicado. Mas nós podemos tomar ações – que estão diretamente ligadas ao nosso consciente – para gerar emoções positivas. As emoções são mais ligadas ao subconsciente, mas se estivermos tomando ações que estimulem as boas emoções, então poderemos mais facilmente manter os pensamentos positivos na cabeça.

A dica que fica, então, é tomar ações que elevem o seu astral. Sorria, escute uma boa música, faça uma caminhada, medite, divirta-se com os amigos… tome atitudes que lhe deixam em um estado positivo. E assim sua vida melhorará constantemente.